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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Lésbicas provocam corrida a bancos de sêmen na Suécia

Falta de sêmen causa longas filas em hospitais do país

As clínicas de fertilização na Suécia estão registrando longas filas de mulheres interessadas em se submeter à inseminação artificial. O motivo? Cada vez mais e mais lésbicas engrossam o coro das interessadas no tratamento.A demanda cresceu tanto que as clientes no Hospital da Universidade Sahlgrenska, em Gotemburgo, terão que esperar não menos que 18 meses para conseguir engravidar. Segundo especialistas, o problema é que, desde 2005, o governo concedeu aos casais lésbicos o direito ao tratamento. Antes da mudança, apenas mulheres casadas e mulheres em relacionamentos heterossexuais tinham esse privilégio.Inger Bryman, chefe do departamento de ginecologia e medicina reprodutiva da universidade, disse ao jornal “The Register” que o hospital estima um aumento de cerca de 25 casais por ano após a aprovação da lei. “Atualmente, há 90 deles na fila”, revelou.Por causa da falta de sêmen na Suécia, fato esse que também tem provocado essa demora pelo tratamento, muitos casais estão procurando clínicas em países como Finlândia e Dinamarca.

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