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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Disco reúne sucessos e inéditas de Cássia Eller



Em 29 de dezembro de 2011 completou-se uma década que a cantora brasileira Cássia Eller morreu e como toda boa efeméride, o momento ganhou lançamento de um disco dela somente com músicas de Nando Reis, seu notório parceiro e amigo. Em “Relicário”, estão reunidas 14 canções que misturam os hits de Cássia com material inédito, item indispensável para os bons colecionadores e fãs.A iniciativa do disco foi da gravador Universal Music, que preparou a coletânea pelos 10 anos sem Cássia e deu de bandeja três gravações inéditas até então: são os duetos dela com Nando em “As Coisas Tão Mais Lindas” e “Um Tiro no Coração”; além de “Baby Love”, demo do álbum “Com Você... Meu Mundo Ficaria Completo” (2009) que teve adicionada a percussão de Francisco Eller, o Chicão, filho de Cássia.As outras onze faixas são mais do que conhecidas pelo público e representam uma boa opção para quem ter uma boa ideia do trabalho musical de Cássia Eller. Aqui embaixo o tracklist do disco:Relicário:1 All Star2 Meu Mundo Ficaria Completo (com você)3 O Segundo Sol4 Luz dos Olhos5 Relicário – com Nando Reis6 No Recreio7 Baby Love (Inédita)8 As Coisas tão mais Lindas – versão original9 E.C.T.10 Infernal11 Um Tiro no Coração – com Nando Reis (Inédita)12 Nenhum Roberto – com Barone, Bi, Frejat e Nando13 Fiz o que Pude/Chororô – com Gilberto Gil14 As Coisas tão mais Lindas – com Nando Reis (Inédita)


cio

Criança ganha o direito de ter duas mães, lésbicas



A Justiça de São Paulo deu um passo à frente no Direito Homoafetivo e julgou procedente o pedido de adoção de um casal lésbico para que a companheira que não era a mãe natural da criança pudesse também ser a mãe dela. A juíza da Vara da Infância e Juventude do Fórum da Lapa de São Paulo, Renata Bittencourt Couto da Costa, decidiu que as duas podem ser mães da criança de uma no e meio, oficializando as três como entidade familiar.“Foi uma decisão bem rápida, entramos com o processo em julho e em outubro saiu o resultado”, conta ao Mix uma das advogadas do caso, Tatiana Pacheco. Ela conta ainda que durante o processo, a adoção da criança não encontrou empecilhos por parte da assistente social, da psicóloga e da juíza. “Se comprova a existência da família. É um avanço, com certeza.”Segundo Tatiana, é o primeiro caso do tipo (onde uma é mãe biológica e a outra não) em São Paulo e não há mais a possibilidade de recurso porque o prazo para que o Ministério Público se manifestasse possivelmente contra já expirou. Para a juíza, “a família se constitui pela formação de laços afetivos pela convivência duradoura, pública e contínua; pela lealdade entre seus componentes; pelo respeito; pela disponibilidade para a assistência por e para cada um de seus componentes; e pela busca da felicidade em comum”.Renata decidiu também que o registro de nascimento da criança deve conter o nome das duas mulheres, “sem qualquer menção a pai ou mãe”. O nome avós também deverão constar sem relacionar se eles são paternos ou maternos. “Dar a notícia para quem conseguiu o direito é gratificante”, comemora Tatiana.Ela observa ainda que ouve um aumento na procura pelos direitos de homossexuais depois do reconhecimento das uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo em maio de 2011 pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A causa foi patrocinada pelas advogadas Thais Vilhena e Tatiana Pacheco.


mix

Livro conta fuga de homossexuais famosos após perseguição



A perseguição a homossexuais em várias épocas, e vários países, muitas vezes os forçaram a deixar sua terra natal em busca de refúgio em outro lugar, justamente o assunto principal de "Heróis e Exílios: Ícones Gays Através dos Tempos" (Gutenberg, 2011), do escritor Tom Ambroise. O autor faz uma pesquisa histórica detalhada para contar casos de famosos que se viram forçados a fugir acusados de crimes por amarem pessoas do mesmo sexo que o seu.A introdução da obra adianta que “quaisquer que fossem suas razões pessoais para o exílio, todos esses homens e mulheres demonstraram grande coragem ao não permitir que tanto eles próprios quanto suas criações fossem vencidos por indivíduos preconceituosos, cujos nomes agora estão esquecidos”.Dentre tantas histórias de perseguição e preconceito, algumas vezes com punições que passavam pela humilhação pública ou até pena de morte, estão no livro as fugas de Oscar Wilde, Lorde Byron, as Damas de Llangollen, William Beckford, Henry James, Paul Bowles e James Baldwin. O livro é rico ao mostrar como era a legislação de cada um dos locais das histórias que conta, fazendo um apanhado histórico do quanto de avançou em tantos anos.“Não deve haver muitos casos mais terríveis de crueldade institucional contra indivíduos que não cometeram crime algum do que da perseguição sofrida, durante séculos, na sociedade ocidental, por homossexuais de ambos os sexos. Os do sexo masculino, em particular, considerados, durante certo tempo, os membros mais respeitados da sociedade grega da Antiguidade, sofreram, com o advento do cristianismo, uma surpreendente e irracional queda em desgraça.”"Heróis e Exílios: Ícones Gays Através dos Tempos" - Tom AmbroiseEditora Gutenberg216 páginasR$ 34,90


cultura gls

Filme J. Edgar, que tem Leo DiCaprio como agente gay do FBI, estreia nesta sexta-feira no Brasil



Quando despontou mundialmente com o fenômeno de bilheteria “Titanic”, em 1997, Leonardo DiCaprio recebeu uma leva de críticas negativas sobre sua atuação – muito aquém do trabalho mostrado pelo seu par romântico, interpretado pela atriz Kate Winslet. 14 anos depois, além de investir na carreira de produtor, DiCaprio mostrou que amadureceu como ator. O resultado da evolução está claramente presente em “J.Edgar”, filme dirigido por Clint Eastwood que estreia nesta sexta-feira, 27 de janeiro, nos cinemas brasileiros. Em cena, a história do homossexual John Edgar Hoover, um dos mais importantes diretores do FBI e homem forte de uma das maiores instituições americanas durante 48 anos. A produção também conta com o belo Armie Hammer (de “A Rede Social”), que intepreta Clyde Tolson, o amante de Hoover (DiCaprio), que trabalhou como diretor assistente no FBI de 1947 a 1972. Ainda que o filme consiga intercalar de maneira equilibrada a carreira profissional a momentos pessoais de J. Edgar, o roteiro de Dustin Lance Black – homossexual assumido que faturou o Oscar de melhor roteiro por “Milk - A Voz da Igualdade” – comete uma leve falha no final da trama ao não dar o peso necessário às críticas que J.Edgar recebeu bem no final de sua carreira. Durante os últimos anos de vida, em vez de combater os criminosos, ele se dedicou a censurar congressistas e perseguir líderes do movimento negro.Por outro lado, o filme ganha por tratar com a delicadeza e a discrição necessárias fatos importantes da vida de J.Edgar como o envolvimento com Clyde Tolson, um dos diretores do FBI. Cada uma das cenas entre os dois é corretamente pontuada, deixando à tona que de fato existia uma relação, que mesmo não sendo assumida publicamente, era do conhecimento de todos.Ao passo em que a pressão sobre Hoover aumenta, cresce também a pressão de si mesmo e do seu amante em cima da relação de ambos. Até então com sentimentos discretos e contidos, a cena em que os dois se agridem revela uma explosão de sentimentos: raiva e amor, desejo e tensão, culminando com o beijo gay do filme, garantindo um dos melhores momentos da trama. O grande destaque é mesmo a interpretação de Leonardo DiCaprio, que da juventude à velhice de J.Edgar, entrega uma das melhores atuações de sua carreira. Ainda integram o elenco Naomi Watts (que assume o papel de Helen Gandy, secretária de Hoover), Ed Westwick (o agente Smith, um policial honesto que começa a escrever uma biografia sobre Hoover a pedido dele), Judi Dench, Jeffrey Donovan (ator protagonista da série “Burn Notice”) e Lea Thompson.


cultura gls

Cinderela transformista cai no batuque em Porto Alegre




Bastante conhecida por seus shows na região sul do Brasil em que dubla, entre outras personalidades que cantam, Alcione e Mara Maravilha, a humorista, atriz e transformista Dandara Rangel dará vida a uma gata borralheira nada convencional em “Boa Noite, Cinderela”, de Luís Francisco Wasilevski, nas próximas terça (24) e quarta-feira (25), 21h, no Teatro de Arena, dentro das programações do festival Porto Alegre Verão.Francisco, atendendo à encomenda de Dandara, utiliza o conto de fadas como mote para escrever sua sátira que coloca Cinderela (Dandara), cuja inveja da irmã (uma só, já que a outra morreu de leptospirose) e madrasta é impedida de participar do concurso da melhor batuqueira de Alvorada, cidade em que se passa a peça. Graças à ajuda de uma doida Fada Madrinha a história terá outro fim que os espectadores comprovarão.Além de Dandara, intérprete da Gata Borralheira, estão no elenco Everton Barreto (A Madrasta Macumbeira), Paulo Vicente (A Fada), Pitti Sgarbi (A Irmã) e Cassiano Ranzolin (O Príncipe). Os figurinos são de Fabrizio Rodrigues. A direção é de Leo Maciel.Doutorando em Teatro Brasileiro pela USP e autor do livro Isto É Besteirol - O Teatro de Vicente Pereira (Clique aqui para ler sobre o livro), Wasilewski utiliza seu gênero preferido o Besteirol, para criticar a realidade social e divertir o público com os tradicionais números musicais dos atores que brincam com o transformismo em Porto Alegre. Ingressos à venda no Praia de Belas Shopping e na Casa Verde do DC Shopping. Antecipados custam R$ 20 (entrada inteira), R$ 16 (Clube do Assinante ZH), R$ 12,50 (Idoso). Ou, na hora, na bilheteria do teatro, saem por R$ 25 (entrada inteira), R$ 20 (Clube do Assinante ZH) e R$ 12,50 (Idoso). Estudantes pagam R$ 12,50 de terça a quinta-feira e R$ 20 de sexta a domingo.“Boa Noite, Cinderela”: 24 e 25 de janeiro, às 21hTeatro de Arena: Avenida Borges de Medeiros, 835 .


mix

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Nany People volta aos palcos com show de humor no Frei Caneca


Nany People é uma das trans mais conhecidas do Brasil e está preparando sua volta aos palcos de São paulo na próxima semana. A fofa estreia no Teatro Nair Bello no próximo dia 19, uma quinta-feira, às 21h, com espetáculo “Então... Deu no que deu”, onde ela usa de toda sua interatividade, seu humor e sua cara-de-pau, porque não, para brincar com a plateia e fazer todo mundo rir.

“Então... Deu no que deu” é puro humor e usa como fio central da meada de gongos e piadas as relações entre os gêneros feminino e masculino, e os conflitos constantes, e engraçados, que essa relação carrega. Masculino e feminino são assuntos dominados pela mineira Nany, que conhece bem os dois lados dessa moeda.

Nany fica em cartaz todas as quintas até o dia 16 de fevereiro no Teatro Nair Bello, que fica dentro do Shopping Frei Caneca, na rua de mesmo nome, ponto de encontro dos gays paulistanos em visita à capital paulista. Um show de humor ao estilo stand-up dirigido e criado pela própria Nany com doses cavalares de humor.

MIX

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

POLÊMICA : VEJA ESTE VÍDEO E COMENTE

BOCA ABERTA DESSE A RIPA, FERVE A BISTECA, AZEDA O PÉ DO FRANGO NA CABEÇA DE EX. VEREADOR QUE VOTOU CONTRA SEU PROPRIO PROJETO DE LEI

AJUDA EU AÍ , MISERICÓRDIA,


COM ESTE TIPO DE VEREADOR, ÍNGUA INFLAMADA, QUE PASSOU PELA CÂMARA DE VEREADORES, GRAÇAS AO BOM DEUS, NA ÚLTIMA ELEIÇÃO O POVO DEU UMA BANANA , METEU O PÉ NO RABO DO TAL DE, JAMIL JANENE QUE NÃO SE ELEGEU




A POPULAÇÃO LONDRINESE AGRADECE.



OBRIGADO



QUE DEUS ABENÇÕE O POVO DE LONDRINA, QUE SOUBE VOTAR


Deputado de Gana diz que turistas estão introduzindo a homossexualidade no país



Não é apenas no Brasil que parlamentares costumam disparar absurdos sobre questões ligadas à diversidade sexual. Em Gana, país africano que ainda trata a homossexualidade como crime (comparado à prostituição e tráfico de drogas), o deputado Balado Manu culpou os turistas que visitam o país pelo aumento no número de gays e pela prática de escravidão sexual no país.


Em seu discurso, o deputado cobrou ações mais enérgicas do Executivo para combater a prática da homossexualidade, e pediu ao Ministério do Turismo iniciativas que diminuam o “impacto negativo” do turismo sobre o país. Ele ainda alertou sobre a necessidade de alertar os jovens sobre esta tendência “preocupante”.

Sensato, o Ministro da Justiça de Gana, Nana Otu Akoto, rebateu o discurso homofóbico do deputado ao defender que “é ilegal invadir a privacidade de dois adultos conscientes de forma a obter provas legítimas para fins de acusação”. Em resumi, é quase impossível aplicar tais tipos de ações.


pride

Luiz Mott lança campanha para convencer gays a se mostrarem mais e mais




O ativista Luiz Mott está lançando uma campanha que deve causar polêmica entre gays e héteros. "Bandeira toda hora: faça apologia da homosexualidade" é o nome da campanha. A intenção é convecer gays a darem pinta e se assumirem a todo momento, instante e lugar. A justificativa do Mott faz sentido: "vivemos numa sociedade HETERRORSEXISTA que nos obriga ao armário e enrustimento. Chega de tanta opressão e homofobia internalizada. Depende de você mudar esse mundo opressor". São dez os conselhos da campanha. Confira.1] nunca esconda que é homossexual, a não ser se a revelação representar algum risco ou ameaçar sua segurança2] contradiga e corrija qualquer afirmação ou opinião homofóbica,3] seja solidário a outros LGBT quando vítimas de qualquer discriminação ou ameaça e estimule outros homossexuais a se assumirem mais4] dê bandeira para que todos saibam que é homo: diga sempre “nós, gays (LGBT)...”, “vocês heteros”... Fale sempre positivamente sobre a homossexualidade 5] ande de mão dada com seu namorado, beije e faça carinho em público desde que não corra riscos, ouse mais!6] não leve desaforo para casa quando for discriminado, desconstrua as falas e insultos homofóbicos7] perante crianças e adolescentes, dê bandeira ainda mais visível para que saibam que somos homossexuais e que existe essa alternativa de vida8] escreva sempre para os jornais e internet contradizendo opiniões homofóbicas9] adote postura, poses e gestos que revelem a olho nu que é homossexual10] dê bandeira toda hora! Afinal, fazer proselitismo do que é natural, saudável, ético e legal também é política contra a caretice patriarcal e estratégia contra o machismo e homofobia!


mix

Madonna, Lady Gaga, Rihanna e Katy Perry viram personagens de gibi



Sempre rolou uma brincadeira entre o público gay sobre o verdadeiro papel de Robin dentro do universo do Batman. Agora, as histórias em quadrinhos envolvendo o homem-morcego devem ficar ainda mais interessantes com a presença das queridinhas do mundo pop. Madonna, Lady Gaga, Katy Perry e Rihanna vão atuar como espiãs dentro da revista “Batman: Leviathan Strikes”, que chegou às bancas na última semana.Na história, Gaga, Rihanna e Perry são vilãs e vivem na St. Hadrian’s School, uma escola adolescente de espionagem. Como diva maior, Madonna também assume o maior posto na história no papel da diretora da escola, que deve ensinar as jovens a cumprir a missão secreta. O desenho das personagens tem os traços característicos de cada uma das cantoras. A inclusão de figuras populares da música é uma estratégia da DC Comics para renovar a marca.


cultura gls

Ter amigos gays emagrece, afirma livro lançado nos EUA



Generalizações são sempre perigosas de serem feitas, mas parece que o autor inglês Simon Doonan, um dos nomes por trás da famosa loja de roupas Barney’s, não tem medo disso e lança nesta quinta-feira, 5 de janeiro, um livro afirmando que todos os gays são magros – e que ter amigos gays deixa as mulheres também com uma ótima silhueta.O livro-dieta “Gay men dont’t get fat” (homens gays não engordam, em português), da editora Hardcover, é inspirado em uma obra parecida, “Mulheres francesas não engordam”, lançado em 2004. a obra afirma que as francesas não engordam porque comem de tudo um pouco. Já na versão gay, o autor diz que “as francesas só acham que sabem de tudo. Na verdade, quem sabe mesmo são os gays”.Ele dá ainda dicas no livro para ter uma boa forma e uma ótima imagem – sempre calcadas no cotidiano gay. Ele afirma que as comidas consumidas pelos homossexuais são mais leves, e faz uma lista delas que inclui sushi, alface e os docinhos franceses conhecidos como macarrons. Já as “comidas hétero” seriam tais como burritos de carne.Mas talvez o segredo do livro esteja em outra dica, que não deixa de ser uma generalização: cerque-se de amigos gays porque eles andam para lá e para cá, e isso gasta calorias. A obra ensina ainda a como escolher a melhor luz para você sair com uma ótima aparência nas fotos. Dá para comprar clicando aqui, sai por US$ 16 (mais frete de importação).




cultura gls

Ator e jornalista lista as 10 melhores peças de 2011



Jornalista e ator, Rodolfo Lima está sempre conferindo o que rola nos palcos dos teatros para escrever aqui para o Mix e te indicar boas peças de teatro com uma visão apurada e muitas vezes ácida. Ele acaba de fazer uma retrospectiva 2011 do que de melhor viu no teatro e lista as 10 melhores produções que estiveram em cartaz no ano passado. “Curiosamente, das 10 peças que listei como as melhores de 2011, nove tem conteúdo LGBT”, observa. Confira a lista de Rodolfo e suas impressões:10 – O Menino TeresaQuer iniciar eu filho nas questões de gênero? O que é ser menino? O que é ser menina? O que é ser os dois num só. Pois bem, corra para ver “O menino Teresa”. A peça é sutil, pontual e lúdica, transpassa por questões complicadas de ser explicada e agrada adulto e crianças. É um achado no meio de tanta mediocridade e infantilidade nos palcos da cidade.9 – CabaretOk, vamos nos render ao musical. “Evita” foi o musical que me emocionou, é fato. Mas Cabaret me hipnotizou. Impossível resistir a Claudia Raia, aos corpos dos bailarinos, as provocações da encenação. Sim, deixemos o preconceito de lado e encaremos que o teatro pode ser um entretenimento de qualidade. Nada de pensar na vida, na politicagem, nos problemas do seu humano. “Bora” gozar pelos lábios alheio, bora ser voyeur.8 – Os AltruístasOlha o Nick Silver ai de novo. A personagem principal interpretada por Mariana Ximenez ficou em segundo plano diante da força do personagem gay, seu irmão na trama. As questões do irmão, sua solidão, seu desmedido desespero, suas afetações e seu desequilíbrio são os nossos. Sim, todos nós temos um cú aparentemente hostil, camuflando tudo o que há por trás, toda a merda – que literalmente guardamos. Silver potencializa nesse personagem toda a sua crítica as relações, as aparências, aos modismos.7 – Orfeu MestiçoA arte de Claudia Schapira não é o tipo de teatro que me atrai. Não sou da mesma banda que se expressa politicamente como sua trupe, mas sempre confiro seus trabalhos, prestigio sua arte, suas escolhas, sua forma de ver o mundo. Orfeu Mestiço é de longe seu melhor trabalho, uni qualidade técnica, atuações pontuais, há protesto, há beleza, há provações, há reflexões. E como se a peça pele fosse dissecada aos poucos, fragmento por fragmento. Além de trazer uma Roberta Estrela D’alva, impagável.6 – As três velhasDanilo Grangheia é tão deliciosamente debochado que é quase impossível resistir a sua personagem em As três velhas. Tudo ali é tão atraente que podemos questionar: opa, onde mora o belo mesmo? A história das irmãs decadentes com uma mãe decrépita, resultou numa encenação engraçada, triste, irônica. Não há nada, apenas bons atores, uma história instigante e boas atuações. É o melhor momento de Luciano Chirolli.5 – Fragmentos do desejoAliar qualidade técnica, beleza, e ainda questionar o público e tarefa para poucos, pois “Fragmentos do desejo” é tudo isso e muito mais. Traz a cena as questões da sexualidade, da relação pai x filho, da solidão dos artistas da noite, da procura pelo amor, da arte, de forma impagável. Os Andrés responsáveis pela montagem, não ficam devendo para nenhum artista. E transformam seus fragmentos do desejo numa ode ao outro, a beleza do outro, as suas funduras.4 – PterodátilosNanini é meu ator preferido. Adoro como imprime suas características nos personagens, como se camufla neles, como não tem medo do ridículo. Nick Silver é daqueles autores que tenho vontade de devorar toda a obra, me reconheço em seu deboche, em sua descrença, em sua ironia cortante, afetuosa e provocativa. A garota de 15 anos protagonista por Nanini é o que há na peça. Alie a isso Mariana Lima, (sou fã confesso), a direção de Felipe Hirsch, o cenário, Felipe Abib, pronto, Pterodátilos é um soco no estômago. E Emma é um dos melhores momentos de Nanini, inesquecível.3 – Diário BaldioSim, pode se falar de homossexualidade/travestis e afins, sem que isso esbarre nas questões problemáticas de gênero e do preconceito. O trabalho dos artistas de Campinas coloriram os olhos e as subjetividades do público com Lady e Cotoco – eficientemente defendida pelos atores. Um raríssimo momento onde vemos uma pessoa que não aceita seu próprio corpo ser vista como uma igual. Simplesmente imperdível.2 – Luiz Antonio – GabrielaA peça que narra um episódio real da vida de Nelson Baskerville é um raro momento que uniu criatividade, empatia, o fenômeno do boca a boca e preços acessíveis. A peça resultou num trabalho criativo, emocionante e potencializador de emoções. Não é tão singelo como pareceu no começo. “Luiz Antonio-Gabriela” entrou para o imaginário de que não a conheceu e fez bonito ao retratar as questões da sexualidade da personagem. Um momento impar nas questões LGBTTT.1 – Gardenia (Les Ballets C de La B)Nada me chamou tanto a atenção esse ano, como esse espetáculo de dança teatro. Além da questões de gênero trabalhada de forma pungente, de unir de forma lúdica, instigante e questionadora questões como velhice/marginalidade/travestimento/transexualidade mostrou que sim, o tempo cênico pode ser dilatado e ser transformado num belíssimo holograma de imagens, causando sensações e ativando memórias. Aliado com “Viver sem tempos mortos”, são trabalhos referenciais e obrigatórios para o meu trabalho.


cultura gls

Três dos quatro participantes gays do BBB 12 já estão identificados. Resta um



Boninho escreveu em seu Twitter na terça-feira passada que seriam quatro os partipantes gays do Big Brother Brasil 12. Com a divulgação dos nomes e fotos dos dos doze selecionados que aconteceu na tarde desta quarta-feira, sites e blogs dos quatro cantos começaram com especulações de quem seriam os quatro gays. A primeira a ser identificada como lésbica foi Fernanda Girão. Logo em seguida foi a vez de João Carvalho, de 46 anos, que deixou claro em seu Facebook que gosta de homens e mulheres. Mayara Medeiros, de 23 anos, foi a terceira identificada: segundo seus amigos, ela fica com meninas também. Restam um. Quem seria?DesistiuO participantes Netinho pediu para sair do programa e será substituido.


cultura gls

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Depois de barraco em bar, Adam Lambert e seu namorado são presos por conta de briga



O cantor Adam Lambert e o finlândes Sauli Koskinen, que é seu namorado, foram presos em Helsink desde a manhã de quinta-feira, 22 de dezembro, por conta de uma briga que tiveram em um bar gay da cidade. As informações são do site da revista People. A briga não foi apenas verbal e os pombinhos sairam na mão. É bom lembrar que Koskine, de 26 anos, é bem conhecido em seu país, já que ele foi o vencedor da versão finlandesa do Big Brother. Eles foram libertados em seguida. Koskinen escreveu em seu blog: "A fama não é fácil. Celebridades são apenas seres humanos. O amor não é fácil, mas é para sempre!". Ele também escreveu que o motivo da briga é assunto privado. Eles foram expulsos do bar Don't Tell Mama, mas continuaram brigando na rua. Já Adam foi responder no twitter: "Jetlag + Vodka = blackout", escreveu ele. "Prisão + culpa + imprensa = aula aprendida. Sauli + Adam + hambúrgueres na ressaca = rindo sobre tudo isso".


lifestyle

RJ: Barra do Piraí abre calendário de Paradas de 2012



Já foi confirmada a segunda Parada LGBT de 2012. Depois da cidade paulista de Santo André, agora é a militância do Estado do Rio de Janeiro que divulga a data da 1a Parada da Diversidade do Sul Fluminense, em Barra do Piraí, que vai ser realizada no dia 15 de Janeiro de 2012, um domingo, a partir das 13h30.


central

Senadora aliada deixa cargo lembrando atuação contra homofobia



Integrante da Frente Parlamentar Pela Cidadania LGBT, a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) deixou definitivamente o cargo para ser ocupado por Jader Barbalho (PMDB-PA). Em seu discurso de despedida na última quarta-feira, 21 de dezembro, Marinor lembrou sua atuação dentro do Congresso contra a homofobia no Brasil e disse ter um "sentimento claro de dever cumprido".

Marinor chegou a entrar com recurso para anular a posse de Jader Barbalho, que recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tomar posse depois de ter sido pego pela Lei da Ficha Limpa. Marinor recorreu ao STF, mas não ganhou e teve que dar o cargo ao conterrâneo. A senadora disse que continuará sendo a voz de todo que acreditam que um mandato de senador não deveria ser um "instrumento para negociatas e enriquecimento ilícito".

"Talvez por isso alguns tenham pressa em relação à minha saída daqui. Talvez por isso, alguns queiram calar rapidamente a minha voz. Talvez por isso, alguns estejam dando celeridade a esse processo de ingresso, de retorno de um corrupto", disparou a senadora, lembrando ainda sua atuação na Comissão de Direitos Humanos pela aprovação do PLC 122/06, que criminaliza a homofobia no Brasil.


pride

Deputados querem regulamentar profissão de quem atua com LGBT



A Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Câmara dos Deputados aprovou no último dia 14 o Projeto de Lei 5346/09, de autoria do deputado Chico Lopes (PCdoB-CE), que regulamenta a profissão de educador social. A função dele será atuar na preservação cultural de povos e comunidades e ainda junto a segmentos sociais prejudicados pela exclusão social como mulheres, crianças, adolescentes, negros, indígenas e homossexuais.

Aprovada por unanimidade e agora na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP ), a proposta prevê que as ações desses profissionais serão direcionadas para as pessoas e comunidades em situação de risco, violência e exploração física e psicológica – como é o caso da população LGBT brasileira.

“A História mostra que as atividades de educação social remontam ao século XVI, mas, na prática, disseminam-se e ganham relevo na era moderna, com o advento dos fenômenos típicos da vida urbana, tais como o surgimento das populações de rua”, afirmou o relator do projeto, o deputado federal Angelo Vanhoni (PT-PR).

O Projeto de Lei exige dos profissionais apenas o Ensino Médio como formação, cabendo à União e aos Estados e municípios adequarem a denominação dos cargos ocupados por profissionais que atuam na área, e elaborar os planos de cargos, carreira e remuneração da profissão. Depois da CTASP, o texto segue para avaliação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).


pride

Retrospectiva do ano com o que de melhor e pior aconteceu




A revista JUNIOR pediu a seu estrelado colaborador Tony Goes para que efizesse um balanção com o que de melhor e pior aconteceu neste ano que termina. Veja abaixo a retrospectiva. 2011: foi bom para você?Já sou bem entrado em anos, e posso garantir uma coisa: ao longo de quase toda a minha vida, não existiu nenhum debate público sobre os direitos dos gays no Brasil. Não que não existissem gays, é claro. Eles apareciam no carnaval, nos programas de humor, no mundo da moda, quase sempre “fechativos”. Os homossexuais que escapavam da afetação eram quase invisíveis, e queriam continuar assim. Ninguém reivindicava nada. Havia uma espécie de acordo tácito. “Vocês ficam aí quietinhos”, parecia dizer o resto da sociedade, “e a gente não incomoda vocês. Só de vez em quando...”Ainda bem que isto mudou. A redemocratização, a internet, a própria evolução dos costumes, tudo isto fez com que bichas, sapatas, travas, trans, saíssemos todos à luz do dia e passássemos a reclamar. Muito atrasado no assunto quando comparado a outros países – inclusive alguns vizinhos – o Brasil agora parece querer recuperar o tempo perdido.A homossexualidade e seus reflexos políticos estão na ordem do dia. Há até pouquíssimo tempo quase ninguém falava em casamento entre pessoas do mesmo sexo, adoção, discriminação no trabalho e na escola, violência contra homossexuais – todas essas questões eram consideradas irrelevantes, inclusive por partidos de esquerda.Hoje estes mesmos temas são discutidos nos jornais, nas revistas e até mesmo nas novelas. Eu identifico um divisor de águas: a campanha eleitoral de 2010, quando os candidatos mais importantes foram buscar apoio entre as lideranças evangélicas, e em troca foram intimados a se posicionar contra a luta pelos direitos igualitários.No final nem foi isto o que decidiu a eleição, mas a polêmica chegou às salas de jantar de todo o país. Com tal força que hoje vemos acontecer no Brasil um fenômeno frequente no resto do mundo, mas que por aqui adquiriu cores bem nacionais: o homofóbico “simpático”, que se recusa a ser reconhecido como tal – afinal, ele “não tem preconceito”, e muitos de seus amigos são gays. Mas é contra o casamento igualitário, e não quer de jeito nenhum ter um filho homossexual. Quantos desses você conhece?Esse movimento fez que 2011 fosse um ano importantíssimo para a nossa causa, com algumas derrotas e muitas vitórias. Para esta tendência continuar e até mesmo crescer, a receita é uma só: mais visibilidade e mais mobilização. Se seguirmos pensando apenas em festas e malhação, estaremos fazendo o jogo do inimigo.Quase todo fato negativo que nos aconteceu neste ano foi compensado por um ou mais positivos. Aqui vai uma breve retrospectiva (em vermelho as notícias negativas e em azul as positivas)Jair Bolsonaro, o superstar da intolerânciaO deputado federal, cuja fama se restringia ao estado do Rio de Janeiro, agora é conhecido do Oiapoque ao Chuí, graças a suas polêmicas declarações ao programa “CQC” (Band) em março. Apesar de toda a reação contrária, sinto que está com a reeleição garantidérrima, e seus filhos também. A família sempre teve votos entre os setores militares mais retrógrados do RJ, e agora vai atrair ainda mais gente que concorda com suas ideias trogloditas. Teremos que conviver com eles por ainda alguns anos. Por outro lado…Jean Wyllys, nosso representante no CongressoO vencedor do “BBB” 5 entrou raspando na Câmara de Deputados, eleito com apenas 8 mil votos e beneficiado pela controversa legislação eleitoral brasileira (que dessa vez serviu para o bem, ufa). E vem se destacando como um parlamentar ativo, trazendo projetos inovadores e se revelando um guerreiro da causa LGBT (e não só dela). Jean Wyllys não é o primeiro deputado federal assumidamente gay – o finado e patético Clodovil leva este título – mas é o primeiro com culhões que honram sua orientação sexual. Também deve ser reeleito com folga no próximo pleito.O aumento da violência contra gays e lésbicas2010 foi repleto de casos horripilantes, das lâmpadas fluorescentes da Avenida Paulista ao bárbaro assassinato do garoto Alexandre Ivo. Infelizmente, 2011 não ficará atrás. Crimes de ódio se alastraram por todo o Brasil. Entre os casos mais tristes, a agressão a pai e filho confundidos com namorados numa feira agropecuária em São João da Boa Vista (um deles teve a orelha arrancada a dentadas) e a matança num apartamento da rua Oscar Freire, em São Paulo, cometida por um enrustido transtornado. Pelo menos agora a polícia costuma ser avisada, coisa que antes nem acontecia.A união civil entre pessoas do mesmo sexoO Supremo Tribunal Federal deu um show de civilização e lucidez em maio, ao equiparar – por unanimidade – os direitos dos casais do mesmo sexo que vivem juntos aos dos casais hétero na mesma situação. Muitos religiosos reclamaram, mas a sociedade como um todo acatou bem a decisão. Foi um gigantesco passo à frente, e que abre caminho para o casamento propriamente dito.Cadê o beijo gay na TV aberta?É uma novela sem fim. Personagens gays nunca foram tão frequentes na nossa telinha, mas por que não demonstram fisicamente seus afetos? A única exceção foi o beijo entre Luciana Vendramini e Giselle Tigre em “Amor e Revolução”, que teve baixa audiência no SBT. E mesmo esta cena só serviu para excitar os héteros: alguns meses mais tarde, a emissora vetou um beijo entre dois homens na mesmo programa. Enquanto isto, os estereótipos caricatos sobrevivem firmes e fortes no mordomo Crô de “Fina Estampa” ou na trans Valéria de “Zorra Total”."Ti Ti Ti” e “Insensato Coração”Apesar de não mostrarem nem uma reles bitoquinha, estas duas novelas da Globo se mostraram simpatizantes à causa gay, e até mesmo militantes. “Ti Ti Ti”, adaptada por Maria Adelaide Amaral, trouxe para o horário das 19 um namoro gay “normal”, entre garotos saudáveis e bonitos, além de uma família que aceitava, com todas as dificuldades mas muito amor, a orientação diferente de um filho. Já “Insensato…”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, teve meia dúzia de personagens homo, incluiu na história o assassinato de um jovem gay e terminou com um casal assinando um documento de união estável. Não é pouca coisa, não.A proibição do “kit anti-homofobia”Foi uma decepção. O governo abriu as pernas e cedeu à pressão dos parlamentares reacionários, e não deixou que três vídeos educativos chegassem às escolas da rede pública. O pior foi ouvir a presidente Dilma Rousseff dizer que as tais peças faziam “propaganda de opção sexual”. Justo ela...Vídeos “particulares”, experiências universaisQuem precisa do governo? A internet foi invadida por vídeos simpatizantes oriundos da “iniciativa privada”. Entre os melhores, “Não Gosto dos Meninos”, inspirado pela campanha anti-bullying “It Gets Better” (e do qual tive a alegria de participar), e todo o projeto “#EuSouGay”. Que venham outros.Não faltaram palpites infelizes…A ex-atriz e hoje, infelizmente, deputada Myrian Rios declarou que demitiria um empregado gay, pois ele/ela poderia molestar seus filhos. O vereador paulistano Carlos Apolinário propôs um absurdo “Dia do Orgulho Hétero”. O ator Caio Castro disse que preferia ter fama de pegador do que veado. Em compensação…...mas quem fala o que quer, ouve o que não querA reação não se fez esperar em nenhum desses casos. O mundo veio abaixo, o que obrigou Myrian Rios a se desculpar e alegar ter sido mal-interpretada; Caio Castro, idem. O tal “Dia da Vergonha Homofóbica”, como a data foi rapidamente apelidada, foi vetado pelo prefeito Gilberto Kassab. Mas Apolinário não se redimiu, e agora vai tentar proibir a Parada do Orgulho Gay na Paulista. Será derrotado novamente.A verdade é que o saldo nos é bastante positivo. Lembro de vários episódios bacanas que, felizmente, não tiveram contrapartida ruim:- A casual saída do armário de Marco Nanini, em entrevista à revista “Bravo!”, assim como quem não quer nada;- A edição dedicada à diversidade sexual da revista “Trip”, uma aula de bom jornalismo;- A programação escancaradamente G e L da MTV no dia 12 de outubro (e ainda bem que o canal é S nos outros dias do ano);- O evento retumbante com que o estilista Carlos Tufvesson e o arquiteto André Piva celebraram sua união, no Rio de Janeiro, repleto de celebridades e socialites. Era para ter sido uma festa de casamento, mas o juiz não autorizou a conversão do estado civil: dessa forma, a noite acabou se transformando no comício pró-igualdade mais glamuroso do ano.Para terminar, nada como mais uma variação (a milionésima) do viral mais assistido de 2011, estrelado pela sem noção/diva absoluta Luisa Marilac.“E ainda teve boatos que a luta pela igualdade no Brasil ia de mal a pior. Se isto é estar na pior, põhãn…”Que venha 2012.


mix

Livro que ensina técnicas para deixar de ser gay é retirado das prateleiras



O livro "Coming out Straight – Compreender e Tratar a Homossexualidade", de autoria do psicoterapeuta norte-americano Richard Cohen, foi retirado de vários sites de venda e de redes de livrarias norte-americanas depois de protestos de associações de gays e lésbicas, que dizem ser uma obra ofensiva. O autor classifica a homossexualidade como “uma desordem da atração” e um “transtorno da afetividade”, e ensina como ser livrar "do mal". Richard narra como acredita ter conseguido "curar" a homossexualidade de pacientes ao longo de seus 15 anos como terapeuta. Ele mesmo "foi" homossexual durante sua adolescência e juventude, e credita a "deus" a cura de sua homossexualidade. Richard é casado e pai de três filhos.


PRIDE

Katylene ganha quadro no programa Muito Mais Galisteu, da Band



A pessoa de Katylene dispensa apresentações. Famosíssima na internet e influente até na Globo (as gírias gys da novela "Fina Estampa" são quase todas criadas por ela, e usadas sem dó por um de seus maiores desafetos, o autor Aguinaldo Silva), agora a bela loira ganhou um quadro no programa "Muito Mais Galisteu", que a Band exibirá diariamente nas tardes sob comando de Adriane Galisteu. O programa é todo focado em celebridades. Além de Katylene (alter ego do DJ gato Daniel Carvalho), o programa contará com a jornalista Monica Apor (a loira lindona do TV Fama), Lysandro Kapila (que era do Caldeirão do Huck), Datena, Patrícia Maldonado e Otávio Mesquita, além do colunista Leo Dias, do jornal "O Dia". O programa da Galisteu na Band irá ao ar de segunda a sexta das 16h às 17h. A gente aqui do Mix adora a Katylene, usa várias expressões dela até em chamadas de capa da revista JUNIOR e está torcendo para ela decolar na TV.


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