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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Médicas lésbicas de Grey’s Anatomy se casam



No mesmo dia em que o Brasil aprovou a união estável para casais de mesmo sexo, os Estados Unidos assistiam na última quinta-feira, 5, ao 20º episódio da 7ª temporada de “Grey’s Anatomy” (ABC), que vai ficar marcado pelo casamento da pediatra Arizona Robbins (Jessica Capshaw) com a ortopedista Calliope (Sara Ramírez). Elas estavam em crise há alguns episódios, mas o amor venceu e rendeu uma linda cerimônia.Arizona penou um pouquinho para ter Calliope de volta depois de tê-la deixado nos Estados Unidos e ido para a África. Mas ao longo dos episódios ela foi reconquistando a amada e as duas finalmente disseram o sim – no mesmo episódio em que a protagonista Meredith Grey (Ellen Pompeo) se casava com o lindo Derek Shepherd (Patrick Dempsey).A cerimônia das meninas, que teve até convite pelo Facebook, foi toda trabalhada no véu, grinalda, bolo com bonequinhas de noivas e beijo no final. Já a do casal heterossexual foi meio sem graça, mais contida. No fim de tudo, o pai de Calliope a surpreende chegando à festa para dançar com a filha.


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André Gonçalves fará o segundo personagem gay de sua carreira, agora em “Morde e Assopra”



Quem tem mais de 25 anos se lembra muito bem do personagem Sandrinho da novela “A Próxima Vítima”, vivido pelo ator André Gonçalves. O ator está de volta com mais um personagem gay, agora na novela “Morde e Assopra”, do autor Walcyr Carrasco na Globo.Seu personagem estreou na novela na última sexta-feira, 6. É Áureo, que deixou a cidade de Preciosa e volta assumidamente gay para desaprovação completa de seus pais. “É preciso pensar como um gay, e mostrar isso no jeito, nas atitudes”, comentou o ator sobre seu personagem. O tom que André impôs a Áureo é bem mais caricato que em Sandrinho, um dos personagens até hoje lembrados como positivo pela comunidade gay nacional.


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Montagem de Navalha na Carne aposta no realismo físico para impressionar



No panfleto distribuído nas apresentações de “Navalha na Carne” a produção ressaltou uma citação do autor Plínio Marcos (1935-1999) sobre a peça: “O texto se tornou um clássico porque o país não muda”. Pode até ser, mas nessa nova versão dirigida por Rubens Camelo pouca coisa se vê de novo na encenação. Talvez não haja muito o quê acrescentar de novidade, a não ser (re) trabalhar as relações, pra daí (re) surgir toda a miséria humana retratada nos personagens do autor.O personagem Veludo (Rubens Queiroz), um homossexual misógino, drogado e decadente é praticamente um clássico da dramaturgia nacional. Na peça em questão é por causa dele – e de suas ações - que se ocasiona todo conflito da peça. Queiroz traz à cena um gay afetado e histérico, estereotipando trejeitos, sem poder avançar muito, servindo de escada para o casal protagonista duelar. Em um ou dois momentos, a peça “respira”, e a relação de Veludo com Neusa Sueli (Marta Paret) e Vado (Rogério Barros) ganha nuances interessantes, mas a direção não se preocupa com o que poderia ficar subtendido no texto, e parte para o impacto da agressão física.É uma escolha, uma possibilidade de se ler a obra de Marcos, porém a opção que deixa de lado é a mais interessante e angustiante das opções: o que pode haver por trás das relações desses três personagens a margem da sociedade. Veludo e Neusa são “farinha do mesmo saco”, mendigam o afeto alheio, pagam para obter sexo, pois é a única forma de se ter consolo. Ambos marginalizados por uma sociedade corrompida pelo dinheiro e pelo status. Quem quer transar com uma prostituta e uma bicha?Hoje (e sempre), muitas pessoas. Até porque homossexuais e prostitutas deixaram de ser apenas depósito de doenças sexualmente transmissíveis e marginalizadas em toda esquina e hotel barato. Talvez o texto (a primeira montagem data de 1967) nesse sentido sofra sinais de estar datado. Mas não deixa de ser um belo exercício para os atores, um exemplo de carpintaria teatral cortante e ágil e um retrato pungente e significativo de uma sociedade que continua negando os seus e usufruindo um dos outros, pois assim é mais fácil obter as coisas.O cenário e figurino de Jackie Sperandio funcionam (a tal Caixa Cênica do SESC Pompéia é um “luxo” da instituição, já que o espetáculo poderia muito bem ter funcionado no novo espaço cênico da unidade), porém “desaparece” em função da direção, que privilegiou o embate corporal entre seus atores. Há quem goste e quem se impressione, mas em muitos momentos o resultado resvalou em histeria e marcações que procuravam impressionar pela agressividade.Barros soube aproveitar melhor seu personagem, principalmente quando deixa de lado a brutalidade e compõe seu personagem com risadas irônicas, sedução e deboche. Dos três é o que melhor se apropria dos subtextos do autor. A direção não ignora a beleza do ator e um dos pontos positivos, talvez seja o de (tentar) seduzir a platéia. A miséria da prostituta de Marta ganha humanidade na cena final, quando é deixada literalmente de quatro, pelo homem que ama.A montagem carioca é bem cuidada, um trabalho que talvez fosse mais interessante ambientada – realmente – num hotel decadente do centro da cidade. Na estréia um dos atores pede para a primeira fileira tomar cuidado: “É muita realidade”, informa. A Navalha na Carne está lá, manuseada pelo atores, faltou a principal, aquela que corta de mansinho o público.“Navalha na Carne” – até 11 de junhoSesc Pompéia: Rua Clélia, 93 – Pompéia R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia)Tel.: (11) 3871-7700Classificação: 18 anos.


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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Maioria no STF vota a favor da união estável de homossexuais



A união estável de homossexuais já tem maioria no STF (Supremo Tribunal Federal). Na continuidade do julgamento nesta quinta-feira (5), sete ministros acompanharam o relatório favorável à iniciativa, escrito por Carlos Ayres Britto, somando sete votos. Há 11 ministros na Corte. Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Ellen Gracie e Marco Aurélio de Mello foram a favor da causa –não houve nenhum voto contra a iniciativa até o momento. Ainda votarão os ministros Celso de Mello e o presidente da Corte, Cezar Peluso. O ministro Dias Toffoli está impedido de se posicionar, já que atuou no processo quando era da Advocacia-Geral da União. Os ministros ainda podem mudar de voto até o fim da sessão, mas até agora nada indica que isso acontecerá.


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Nome quente da nova geração de DJs paulistana, Igor Magalhães abre canal no Yotube para publicar seus sets



O DJ é um dos nomes mais quentes (e talentosos) da nova geração de DJs de São Paulo. Dono de ótima técnica e bom gosto musical, a nova do DJ é um canal no Youtube aberto recentemente para publicar as preferidas do DJ, além de seus sets e colaborações em produções musicais, gigs e afins.Acompanhe AQUI.


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Beijo gay na TV não faz falta, diz Manoel Carlos



A polêmica sobre o beijo gay em novelas brasileiras ganhou ainda mais combustível com as declarações do autor Manoel Carlos na última terça-feira, 3, durante evento cultural no Rio de Janeiro. Para o criador das helenas mais famosas da teledramaturgia, o beijo gay não é algo relevante o bastante para estar em uma novela.Ele participava do encontro “Cena de um autor”, do Instituto Montenegro e Ramam, no Solar de Botafogo, quando foi perguntado sobre o tema. Manoel Carlos foi sincero e direto: “Acho o assunto uma bobagem e não faz falta alguma”, completando ainda que “criaram uma onda em cima disso tão inútil e boba. O que acho mesmo é que todo mundo deve se beijar”.Enquanto isso, o colega dele, o também autor global Walcyr Carrasco, saiu em defesa da exibição de um beijo entre pessoas do mesmo sexo nas novelas brasileiras, conhecidas e respeitadas no mundo todo. O SBT já prometeu beijo lésbico em “Amor e Revolução” no próximo dia 11.


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Sai a programação de festas da The Week para Parada Gay. Confira



A programação de festas e DJs da The Week para o fim de semana da Parada Gay de São Paulo acaba de ser divulgada. Serão seis festas, entre quarta (22) e domingo (26). O line up de DJs conta com nomes novos. Mas o super DJ Peter Rauhofer não vem para a clássica festa de sábado do super clube paulistano. No lugar dele toca Chris Cox. Boa notícia é a volta da Girasol para o Clube de Regatas Tietê.Veja abaixo o line up de festas e DJs.22.06 - DJ Pagano (UK) na The Week São Paulo23.06 - DJ Russel Small (Freemasons) e Lydia Sanz (ESP) no Moinho Eventos24.06 - DJs Abel e Ralphi Rosario - Rosabel (USA) na The Week São Paulo25.06 - DJ Isaac Escalante (MEX) e Jamie Hammond (UK) - Girasol no Clube de Regatas Tietê25.06 - DJ Chris Cox (USA) na The Week São Paulo26.06 - DJ Javier Medina (ESP) e cantora Nalaya Brown (ESP) - Circuit Party (não está definida a locação, mas a festa deve acontecer no mesmo local onde rolou a Aquaplay)Os ingressos começam a ser vendidos na próxima semana.Lojas FochSão PauloShopping Frei Caneca, 1º Andar Rio de JaneiroRua Visconde de Pirajá, 365-B Ipanem Maison DepilRua da Consolação, 2.961 – Jardins Shopping Pátio Higienópolis – Boulevard – HigienópolisE nos caixas das The Week.


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