Mande suas críticas e sugestões
amigobocaaberta@gmail.com

domingo, 6 de junho de 2010

Lady Gaga divulga teaser de seu novo clipe, Alejandro


Toda trabalhada no preto e no branco, de cabelo loirésimo tigelinha/chanel, com muitos, muitos bofes maravilhosos em volta de si e cenas pra lá de quentes com um moreno que, ai gente, caiu do céu. É esse o clima de “Alejandro”, novo clipe de Lady Gaga, que tem ares de “Vogue”, da Madonna, mas mais moderno, atualizado.O teaser, aquela partezinha que deixa com água na boca, foi divulgado pela cantora na última terça-feira, 1, no programa “The Larry King Show”, exibido pelo canal norte-americano de televisão CNN. No programa ela revelou ainda que havia sido convidada para abrir os shows de Michael Jackson na turnê “Is This It”, mas aí, você sabe. Confira abaixo trechos de “Alejandro”.
mix

Parada de São Paulo começa com apoio total do poder público


Representantes das três esferas do poder público e da sociedade civil organizada se reuniram em entrevista coletiva na manhã deste domingo, 6, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo para abrir oficialmente a 14ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Com presença do governador Alberto Goldman (PSDB) e do prefeito Gilberto Kassab (DEM), o tom dos discursos foi de apoio ao movimento LGBT e de defesa da cidadania de todos de forma igual.O presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT (APOGLBT), Alexandre Santos, lembrou que neste ano a campanha é “Vote contra a homofobia. Defenda a cidadania” e tem como objetivo lembrar que “como eleitores podemos decidir destinos. Vamos eleger candidatos laicos e respeitosos”. Titular da Coordenação Nacional LGBT, Mitchelle Meira fez coro e completou que “o Governo Federal vem trabalhando na inclusão do tema LGBT”, citando as últimas conquistas do movimento como exemplos.Todo esse apoio continuou nas palavras do governador paulista, que se mostrou otimista ao dizer que “se a gente pensar nos últimos 10 anos o movimento teve ganhos fantásticos, especialmente em São Paulo. Desde 2001 temos uma legislação específica e de lá pra cá várias ações foram realizadas nesta direção”. Mas ele reconhece que “é preciso ainda avançar muito para que todos se sintam iguais neste país”.Já o prefeito Gilberto Kassab lembrou que neste ano a segurança da Parada será garantida por 1.300 policiais militares, 600 da Guarda Municipal e mais 400 seguranças particulares. Tudo isso “para a Parada mostrar sua importância e nós mostrarmos nosso respeito pela diversidade sexual”. Titular da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual (Cads), Franco Reinaudo também lembrou da segurança informando que “quem cometeu os crimes na Parada do ano passado foram pessoas que não pertencem ao movimento. A Parada tem menos ocorrências do que qualquer jogo de futebol”.
pride

Drag queen de Natal vence o concurso da Blue Space


A tradicional festa da Blue Space que rolou nesta sexta-feira, 4, deu a oportunidade para as drags além do circuito paulistano mostrarem seu talento. Elas participaram da quarta edição do Brazilian Drag Show e abusaram do bate cabelo, figurinos originais, malabarismos no palco e som de Lady Gaga. O público animou, julgou e concordou com o resultado da candidata de Natal.Ao todo foram 13 drags, do Rio de Janeiro, São Vicente, Cuiabá, Alagoas, Maringá, Campo Grande, Curitiba, Araraquara, Manaus, Natal, Pouso Alegre e Fortaleza, que fizeram suas apresentações em 3 minutos. “Quem não deixou programado, teremos que cortar”, organizou o proprietário Victor, que interagia com a animadíssima Silvetty Montilla.A pista ficou lotada e o público bastante atento para não cometer injustiças no momento de julgar. A primeira a subir ao palco foi a Drag do Rio de Janeiro, que apareceu com um vestido e máscara verdes, mas depois mudou por duas vezes o figurino: uma peça toda iluminada com pisca-pisca e um maiô dourado sensual. As de São Vicente e Maringá optaram pela popular Lady Gaga.Outra artista que agradou foi a de Cuiabá, que à medida que aumentava o ritmo da coreografia mudava o figurino e a peruca. O público gritava e deu a ela o segundo lugar. Rafaela Face, do Rio Grande do Sul, e Brenda, do Campo Grande, chamaram atenção até mesmo de Silvetty: a primeira veio vestida de diabo (3º lugar) e a outra com a maior produção da noite na cor verde (4º lugar).No meio das apresentações, a top drag Thalia Bombinha dividiu o palco com Silvetty e animou o público. Ela chamou respectivamente as drags de Curitiba e Araraquara, esta que arrasou nos malabarismos. Outras se apresentaram, mas quem realmente agradou foi a drag Joyce, de Natal. Desde que terminou o show, era seu nome que a platéia gritava. Silvetty tentou acalmar os ânimos e, no momento de escolher a vencedora, pediu apenas aplausos. Mas não adiantou: a ruiva Joyce era a estrela da noite.Pela primeira posição, Joyce ganhou uma peruca da Lully Hair. O segundo e terceiro ficaram, respectivamente, com um sapato de Fernando Pires e um kit de maquiagem de Celso Kamura. Todas as candidatas também receberam um DVD especial da Blue Space.SOM E GOGOAntes e depois do concurso galera não parou de dançar ao som dos DJs Bruno Barreto e Alessandro Kallero. A pista principal ficou o tempo inteiro lotada e ganhou mais animação com a presença de quatro gogo boys, entre eles Marcio Blade e Ricardo Studenroth.
pride

Dois anos após escândalo, sargento e companheiro gay vivem tranquilos em Brasília


Dois anos após o escândalo que foi a saída do armário dos militares Laci Marinho de Araújo, 37, e Fernando Alcântara de Figueiredo, 36, o casal vive feliz e tranquilo, informa Laura Capriglione na edição deste sábado da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
De Araújo é sargento do Exército da ativa. Alcântara é licenciado --pediu baixa. Os dois formam a primeira família abertamente homoerótica do Exército brasileiro. Vivem em um apartamento funcional, no valorizado plano-piloto de Brasília.


No dia 3 de junho de 2008, De Araújo e Alcântara concediam entrevista à apresentadora Luciana Gimenez, na sede da RedeTV! em São Paulo, quando câmeras colocadas do lado de fora dos estúdios mostraram o cerco ao prédio da emissora, feito por soldados armados com fuzis.
Poucos dias antes, os dois sargentos (Alcântara ainda era da ativa) tinham sido tema de capa da revista "Época", apresentados como "o primeiro casal de militares brasileiros a assumir sua homossexualidade"
Pelas regras da caserna, o "sumiço" injustificado de um militar durante oito ou mais dias caracteriza deserção --punida com prisão. Segundo De Araújo, as ausências do serviço, que ele admite, decorreram de um quadro de depressão, tonturas, dores de cabeça e visão turva, que o impediam até mesmo de se sentar à mesa para almoçar ou jantar.
Hoje, sabe-se a causa do transtorno. De Araújo, que já fez shows como cover da cantora Cássia Eller, tem epilepsia dos lobos temporais esquerdo e direito. Toma remédios que controlam os sintomas e leva vida normal.
"Normal, bem normal", concorda a síndica do prédio em que o casal vive. "Eles não são de baladas. Nunca foram", diz.
uol

Parada Gay ganha tom político, mas presidenciáveis não aparecem


Com o tema "Vote contra a homofobia: Defenda a cidadania", a 14ª edição da Parada Gay, na avenida Paulista, em São Paulo, teve um tom mais político do que nas últimas edições, mas não contou com a presença dos principais pré-candidatos à Presidência da República: Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV). A primeira ficou em Brasília descansando. Marina já havia dito que não iria ao evento, e Serra não justificou a ausência.


Dos pré-candidatos à próxima eleição, apenas Marta Suplicy (PT), que vai disputar uma vaga no Senado, prestigiou o evento, com faz todos os anos. A ex-prefeita foi no trio da drag queen Salete Campari, pré-candidata a deputada estadual pelo PT. Marta recebeu a faixa de madrinha da Parada Gay e no pouco tempo que ficou no carro, disse que o evento alcançou a importância que tem hoje porque "muita gente deu a cara para bater".
A ausência dos presidenciáveis não comprometeu o tom do evento. Por toda a avenida, bandeiras, cartazes - alguns protestando contra a postura de políticos evangélicos na Câmara Federal - gravatas e pulseiras levavam as cores do arco-íris e mensagens políticas, como voto consciente contra a homofobia, mensagem que foi repetida diversas vezes nos carros que desfilaram pela avenida.


"Não pensem em candidatos que só prometem. Temos que votar em quem defende nossos direitos e os direitos humanos como um todo", disse Alexandre Santos, presidente da APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo).
Para ele, a exigência mais urgente da comunidade LGBT é a criminalização da homofobia em todo o país. "Vocês viram o número de pessoas mortas no ano passado. Não podemos mais ter isso", afirmou.
Segundo a assessoria da Parada, a contagem de público será divulgada apenas nesta segunda-feira, mas a expectativa é de que o público deste ano alcance 3,2 milhões de pessoas.
Parada começa com versão eletrônica do hino nacional
Pontualmente ao meio-dia, o som dos trios elétricos começou a animar a 14ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Às 12h50, a versão eletrônica do hino nacional abriu oficialmente o evento.
Milhares de pessoas exibiram fantasias e um visual feito para chamar atenção. "Pode olhar que hoje não tô cobrando", gritava ao lado de um dos trios um Capitão América um pouco acima do peso.
Casais heterossexuais também desfilaram sem problemas pela avenida. "É um dia de cores, o dia deles", disse a estudante Maíra Ribeiro, que pela terceira vez acompanha a parada ao lado do namorado. Nas calçadas, crianças se divertiam com as fantasias.
Na avenida, a música "Bad Romance", da cantora Lady Gaga, animou o público, tocando repetidas vezes. Quem esperava ver vários sósias da cantora pela avenida se decepcionou. Os visuais mais frequentes eram de super-heróis, gregos, rainhas e misses, sempre, claro, luxuosas com muita purpurina, brilhantes e maquiagem.
Nos 20 trios, além de órgãos governamentais, parceiros e ONGs ligadas à comunidade gay, sindicatos marcaram presença. De acordo com a diretora do SEESP (Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo), a participação do sindicato quer ajudar a trazer de volta o caráter político da parada. "Não é só festa, tem uma questão política que a parada traz que muitos esquecem. Nós e os trios de outros sindicatos queremos reforçar isso". Ao lado do SEESP, desfilam trios do Sindicado dos Comerciários e da CUT (Central Única dos Trabalhadores).

O clima de "protesto em forma de festa" também abriu espaço para outras reivindicações. Chamou atenção uma cadeira de rodas gigante, bem no meio da avenida. Era o cadeirante Ibraim fazendo seu protesto. Acompanhou todo o desfile sentado, exibindo um cartaz com a seguinte frase: "Vamos torcer juntos pela nossa vitória".
Pouco depois das 17h, todos os trios já haviam percorrido toda a avenida Paulista e já tomavam conta da rua Consolação. Segundo a assessoria do evento, os últimos trios elétricos chegaram à praça Roosevelt, na região central da cidade e local de encerramento da parada, às 18h15.
Furtos e atendimentos
Apesar do forte esquema de segurança que foi armado para a Parada, a polícia não conseguiu evitar alguns transtornos para quem participou do evento.
A Guarda Civil Metropolitana registrou queixas de furtos de celulares e de máquinas fotográficas. Até as 18h haviam sido registradas 11 ocorrências no 3º DP, no 4º DP (Consolação), no 5º DP (Aclimação) e no 78º DP (Jardins), segundo informações do coronel Renato Cerqueira Campos, comandante do policiamento da região central da cidade.
Para este ano, o investimento em segurança foi de R$ 1 milhão, com 600 homens da Guarda Civil Metropolitana, 130 veículos e 15 motos.
Com relação aos atendimentos médicos, não houve registros de casos graves até o final da tarde. O caso mais grave foi de uma jovem com parada cardíaca. Depois de ser atendida no Posto de Atendimento, ela foi encaminhada a um hospital.
uol

sexta-feira, 4 de junho de 2010

As Duas


Estávamos as duas deitadas, uma de frente para outra. Eu acariciava seus cabelos e a olhava no fundo de seus olhos, apenas isso.Mas, esse pequeno gesto era capaz de provocar tantas coisas e tamanhas sensações que não saberia explicar. Ela sempre me viu e eu sempre a ela, meu instinto me fazia querer ignorar aquele olhar. Os olhos dela sempre me procuravam com sede e ânsia de querer se aproximar.O que eu sempre quis esconder de mim era que aquilo me atraia e me causava um certo fascínio também. E finalmente numa dessas situações inevitáveis da vida fomos postas frente a frente.As duas.Fomos oficialmente apresentadas àquilo que já conhecíamos. Tudo aconteceu muito rápido. Estávamos na casa de um amigo e depois de ter bebido muita cerveja fui usar o banheiro que ficava no quarto dele. Quando sai, lá estava ela,deitada na cama de frente para mim, olhando tão fixamente que me causou calafrios,fiquei toda arrepiada, dos fios de cabelo até os dedinhos dos pés.Não falamos absolutamente nada,nem uma palavra foi necessária naquele momento.Nossos corpos falavam por nós. Ela se entregou aos meus braços e meus beijos. Começamos com os leves que foram ficando mais longos,mais molhados e quentes.Eu não conseguia parar de morder aquele lábio carnudo e sensual,pareciam mil línguas que se tocavam em muitos lugares.Eu sentia como se um rio estivesse correndo embaixo de minhas pernas e alagando toda a minha roupa.Sentia ela toda molhada também, mesmo ainda estando de calça.Já não conseguíamos mais respirar sufocando num prazer embriagador.Fui descendo pela sua orelha,lambendo seu pescoço e parei nos seus seios robustos,duros e tão sensíveis.Sugo eles com tanto desejo,tanta vontade.Minha mão passa por sua barriga e vai descendo até sua vagina de onde sinto um calor,tão quente e tão molhado,me querendo, fazendo o meu desejo crescer de uma forma que não parecia possível até então,era tanto que até doía. Meu corpo só queria tê-la, invadi-la e minha boca lamber as suas entranhas.Já se tornava quase insuportável a vontade dela de gozar.Beijei seus pés e suas pernas,sinto sua pele macia e o cheiro único entre as suas coxas e é ali que quero ficar.Com a minha cabeça entre suas pernas lambendo,mordendo,chupando sugando,indo o mais fundo que posso com a língua,um dedo,muitos dedos.Ela grita de tanto prazer e aquilo me faz sentir tanto tesão que tenho vontade de gritar também, mas não paro, continuo,sinto que vou gozar sem nem sequer precisar ser tocada por ela entre minhas pernas também.Quando sinto que ela vai gozar saio daquele lugar tão gostoso e começamos a esfregar nossos corpos suados e quentes um no outro com tanta força que parece estarmos uma dentro da outra. Não sabia mais o que era eu e o que era ela. Muitos gemidos, respirações ofegantes de ambas, eu gozo primeiro e ela logo depois,continuamos a nos esfregar com força e gozo de novo e mais uma vez.Gozamos juntas.A vontade de gritar e botar para fora aquilo tudo que explodia ali não conseguiu ser controlada, mas como a música estava alta na festa do lado de fora do quarto,nos entregamos.Paramos devagar, exaustas,ficamos deitadas as duas,uma do lado da outra,quietas,ainda sem dizer nenhuma palavra,apenas sorrimos.Vestimos nossas roupas e voltamos para a festa, peguei uma cerveja e sai pela porta da rua sem me despedir de ninguém.
dykerama

ABRAT-GLS firma parceria com a EMBRATUR, no 9º Fórum de Turismo


O presidente da ABRAT GLS (Associação Brasileira de Turismo GLS), Almir Nascimento anunciou, durante o 9º Fórum de Turismo GLS, nesta sexta-feira, 4, que a ABRAT-GLS firmou um contrato de parceria com a EMBRATUR (Instituto Brasileiro de Turismo). Ele abriu o evento com a informação e disse ainda que a primeira ação prevista é promover o Brasil como ponto turístico gay na Belgica. Com a presença de Karen Basuto, gerente de produto da EMBRATUR, Luciana Fernandes, gestora de marketing da Empetur, Aline Delmanto da SPTuris entre outros, os convidados discutiram a importância de estabelecimentos comerciais serem preparados para receber o público gay. Ressaltaram, inclusive, dados quantitativos (18 milhões de gays no Brasil), qualitativos (57% dos gays tem nível superior de escolaridade), social (65% sofreram preconceito em algum nível) e de renda (gastam 35% a mais que os héteros). A gerente da EMBRATUR afirmou que qualquer lugar do Brasil pode se tornar um referencial gay, desde que receba uma capacitação e qualificação que condizem com as necessidades do público. “Quando se quer receber um nicho, seja ele voltado ao público gay ou a qualquer outro, é necessário trabalhar em cima das expectativas que ele deseja”, disse ela. Um dos primeiros passos é oferecer questões básicas, como a segurança. “Também é necessário lembrar que este é um público extremamente exigente. Gosta de hotel de qualidade, boa alimentação..., não necessariamente caro, mas de qualidade.”Luana, da EMPETUR, ressaltou o trabalho em Pernambuco e afirmou que muitas empresas foram capacitadas para atender gays na região. Muitas delas, apesar de gostarem de receber tal público, não quiseram receber o selo friendly. “Principalmente alguns resorts de Porto de Galinhas preferiram não ter o selo com a justificativa de receber muitos casais héteros com filhos e que o selo poderia inibir essa presença. Mas eles não são regra e também oferecem um serviço bom voltado aos gays.”Lidar com turistas de outros estados entrou em discussão. Aline, da SPTuris, disse que há a necessidade de postos de informação, principalmente em lugares de maior circulação, como em aeroportos, rodoviária. “Devemos informar, não apenas os lugares indicados, mas também lugares que não são tão recomendados”, salientou.O evento reuniu cerca de 50 pessoas no auditório da Livraria Cultura, em São Paulo, e foi finalizado com a mensagem de "capacitação para atender gays" e "parcerias". Almir anunciou que irá à Bélgica, nos dias 23 e 26 de junho, para promover o Brasil como ponto turístico para gays, lésbicas e simpatizantes.


pride