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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Rihanna lésbica?

A cantora americana Rihanna, dona de inúmeros sucessos que agitam as pistas mais badaladas do mundo, não escapou dos fofoqueiros de plantão.Ela, que recentemente foi espancada pelo namorado Chris Brown, está divulgando uma nova música chamada "Te Amo", cuja letra descreve uma declaração de amor feita por uma mulher à pessoa que a canta. "Te amo, te amo, ela me diz. Eu sinto a dor em sua voz", canta Rihanna ao som de violões espanhóis.
Já que foi vítima de abuso por um homem, os maldosos encontraram uma brecha para acreditarem que a cantora descobriu seu lado lésbica.
Tudo realmente não passa de fofoca, já que a música é uma regravação originalmente lançada por James Fauntleroy, portanto, um homem cantando para uma mulher e mantida inalterada pela cantora.
É possível ouvir a demo no site YouTube que apesar de uma balada romântica, certamente ganhará versões remixadas e chegará às pistas em breve.
Quanto à Rihanna, ainda não foi desta vez que ela descobriu-se lésbica. Pelo menos por enquanto.

Caminhada Lésbica reúne 4 mil pessoas em BH


Evento chamou atenção para a importância de políticas públicas dirigidas ao segmento
A V Caminhada de Lésbicas e Simpatizantes de Minas Gerais reuniu neste sábado (18/07) cerca de 4 mil pessoas no centro de Belo Horizonte. As informações são do jornal O Tempo.Este ano, a manifestação, organizada pela Alem – Associação Lésbicas de Minas, trazia como tema “Visibilidade sem Violência – Lesbofobia é Crime”. O evento teve ainda shows de As Bartukadeiras, Denise Araújo e Raquel Vasconcellos.A concentração aconteceu na praça Sete e depois a caminhada percorreu a avenida Afonso Pena, terminando na praça Afonso Arinos. Durante o trajeto foram feitas três paradas. "Uma foi em frente à igreja São José, onde reivindicamos a legalização do aborto. Outro em frente à prefeitura, onde brigamos por políticas públicas, e a última em frente à Faculdade de Direito da UFMG", disse a sócia fundadora da Alem, Soraya Menezes.Neste domingo, aconteceu a 12ª Parada do Orgulho Gay de Belo Horizonte. Em 2008, mais de 40 mil pessoas estiveram no evento. Este ano, seis trios elétricos participaram da manifestação.

SERIADO MALHAÇÃO TERÁ MAIS UM PERSONAGEM GAY

O ator Fábio Keldani voltará ao seriado Malhação, da Rede Globo, desta vez para interpretar um personagem Homossexual. Ele viverá um cantor Gay enrustido, ídolo dos adolescentes da série informou o Central de Notícias Gays. Para evitar comentários sobre sua vida pessoal, o personagem pedirá Yasmim (Mariana Rios) em casamento. Resta saber se mais para frente ele vai se assumir para os fãs, encontrar um namorado e se casar, o que é a tendência natural. Como o ator também canta na vida real, a intenção é que um álbum com as músicas executadas por ele no seriado vire um CD de verdade a ser lançado pela Som Livre.

BH INCLUI NOME SOCIAL DE TRANSEXUAIS E TRAVESTIS

BELO HORIZONTE
Belo Horizonte é a primeira capital brasileira a discutir e adotar, em toda a Rede Municipal de Ensino, o uso do nome social de travestis e transexuais. A Procuradoria Geral do Município (PGM) aprovou na ultima quinta feira, 16, a Resolução n° 002/2008 do Conselho Municipal de Educação de Belo Horizonte (CME-BH), que garante o uso do nome social por alunos maiores de 18 anos. No caso de menores, a inclusão poderá ser feita com a autorização dos pais ou responsável legal. Assinada pela presidente do Conselho Municipal de Educação (CME-BH), Maria da Conceição Ramalho, o Parecer n° 052/2008 foi elaborado pelo Conselheiro e Coordenador do Programa “Educação sem Homofobia” da Rede Municipal de Ensino, José Wilson Ricardo. A medida tem como objetivo o fortalecimento da proposta de educação inclusiva, baseada nos direitos humanos LGBT na cidade de Belo Horizonte, e destacando principalmente o respeito à diversidade sexual. Esta medida contribui para a melhora da auto estima deste segmento, promovendo um ambiente escolar inclusivo no respeito às diferenças. De acordo com a resolução, que deve ser publicado nos próximos dias pelo Diário Oficial do Município (DOM), o nome social será usado somente nos documentos internos das escolas, tais como: diários de classe e cadernetas, ficando excluído de históricos e diplomas. Para José Wilson Ricardo, a medida visa garantir a inclusão e o bem estar deste(a ) aluno(a) na escola . “Não seria retirado o nome de registro civil, mas sim acrescentado o nome social, propiciando o tratamento interpessoal baseado no respeito à identidade de gênero” observa. Tal medida atende as reivindicações do movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) de Belo Horizonte.Segundo a psicóloga e mestre em letras, Sarug Dagir, se a escola quer ser um ambiente de inclusão e respeito às diferenças, reconhecer o nome social de travestis e transexuais é o primeiro passo para a aceitação da diversidade no espaço escolar. “A não inclusão do nome social nos documentos escolares, além de ser uma exclusão simbólica, é uma forma de violência” afirma. Sarug, que é transexual, completa dizendo que “A escola tem que garantir a segurança física e subjetiva às necessidades particulares de identidade e construção de gênero”.PrêmioA Secretária Municipal de Educação, Macaé Maria Evaristo, a presidente do CME-BH, Conceição Ramalho e o Conselheiro de Educação e Coordenador do Programa “Educação Sem Homofobia” da Secretaria Municipal de Belo Horizonte (Smed), José Wilson Ricardo, receberam nesta quita-feira, 16 de julho, o “V Prêmio Direitos Humanos e Cidadania LGBT de Belo Horizonte” oferecido pelo Centro de Luta Pela Livre Orientação Sexual de Minas gerais (Cellos-MG). A premiação foi realizada no Museu Histórico Abílio Barreto (endereço). Entre os premiados, também estiveram o ex-secretário Especial de Direitos Humanos de Belo Horizonte, Nilmário Miranda, a deputada federal Jô Moraes, o subsecretário de promoção dos direitos humanos da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), Perly Cirpirano e a presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Luzia Ferreira.DiversidadeA aprovação da Resolução do Conselho Municipal de Educação é mais uma vitória da comunidade LGBT e coincidiu com a Semana da Diversidade Sexual de Belo Horizonte. A Semana teve início no dia 11 de julho e contou com uma vasta programação. Entre elas, está a 5ª Caminhada das Lésbicas e Simpatizantes de Minas Gerais, que ocorrerá no sábado, 18 de julho, realizada pela Associação lésbica de Minas (Alem). O encerramento a Semana da Diversidade Sexual será com a 12ª Parada LGBT de Belo Horizonte, coordenada pelo Cellos- MG, que acontecerá no Centro da capital. O evento terá início às 12h na Praça da Estação, e às 16h, partirá para a Av. Afonso Pena. O tema desta edição é “Seus Direitos, Nossos Direitos; Direitos Humanos!”

sábado, 18 de julho de 2009

Lésbicas sofrem menos com ideais de beleza

Pesquisa descobriu que não há diferença significativa entre hábitos de mulheres gays, bis ou héteros
Segundo pesquisa divulgada ontem (15) pela Sociedade Britânica de Psicologia, lésbicas sofrem menos pressão para ter o corpo perfeito do que mulheres heterossexuais e bissexuais.Foram entrevistadas 472 mulheres, entre elas 119 lésbicas, 89 bissexuais e 264 heterossexuais. Os resultados preliminares mostraram que as mulheres gays sentem menos pressão com relação à aparência do que as héteros e bissexuais. Além disso, as lésbicas internalizam os ideais sociais de atratividade menos que as outras mulheres pesquisadas.Também foram feitas perguntas sobre o nível de satisfação com o próprio corpo e hábitos alimentares, mas não ouve diferença entre lésbicas, bissexuais e heterossexuais. “Esse resultado foi surpreendente”, disse Caroline Huxley da University of the West of England, que conduziu o estudo.“Como as mulheres heterossexuais são mais influenciadas pela mídia e internalizam mais os ideais sociais de atratividade que as lésbicas, nós esperávamos ver uma diferença nos níveis de satisfação com o corpo e comportamento alimentar”, explicou Huxley. “Isso não aconteceu no nosso estudo”.“Uma das explicações possíveis seria que, embora as pressões sentidas pelas mulheres heterossexuais afetam a satisfação com o corpo e o comportamento alimentar, as mulheres lésbicas enfrentam pressões diferentes que têm impacto similar em como elas se sentem a respeito de seus corpos e seus comportamentos alimentares, o que resultou em resultados parecidos em todas as mulheres retratadas no estudo”.

O STF e o futuro dos homossexuais


Advogada fala sobre proposta de tornar legal a união homossexual no Brasil
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) irão debater em breve o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo, em decorrência de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) proposta pela Procuradoria Geral da União. Nessa ação foram feitas considerações demonstrando que a Constituição Federal traz preceitos que não estão sendo aplicados, no caso, ao segmento LGBT. Os direitos à igualdade, liberdade, dignidade e honra, assim como a determinação expressa de que não se admite a discriminação no país, seja em função da raça, credo, sexo etc., não vêm sendo assegurados adequadamente aos homossexuais. Enquanto os pares heterossexuais podem se casar, estabelecer união estável e constituir famílias, aqueles que mantêm relações homoafetivas não gozam das mesmas prerrogativas. O Brasil não proíbe a união estável entre homossexuais, porém, o fato de não haver a permissão explícita, faz com que o reconhecimento dessas relações seja negado, já que nossa legislação fala em casamento e união estável entre homem e mulher. Mas, considerando-se que a evolução social evidenciou os relacionamentos homoafetivos, caberia ao Poder Judiciário acolhê-los e garantir-lhes a proteção do Estado, aplicando, como deveria e como é de se exigir, o princípio da analogia. Porém, nossos julgadores não são unânimes a esse respeito. A maior parte deles segue não reconhecendo tais uniões e causando graves prejuízos aos homossexuais. Isso porque, para garantir vários outros direitos, é fundamental o reconhecimento da união estável. Incluem-se aí direitos à herança, partilha de bens quando da dissolução da união homoafetiva, recebimento de pensão, alimentos e outros tantos. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já indicou posicionamento favorável a esse respeito, em 2008, ao decidir que temas referentes às relações homoafetivas sejam discutidos em varas de família, aquelas que são competentes para julgar as uniões entre heterossexuais. Apesar de os ministros terem ressaltado que a decisão limitava-se a competência para julgamento, e não ao reconhecimento das uniões estáveis, indiretamente decidiram a favor delas. Agora, os ministros do STF deverão analisar e decidir sobre a ADPF e, expressamente, se manifestar a favor ou contra as uniões homoafetivas, fazendo valer com relação aos casais do mesmo sexo, o que se aplica aos heterossexuais. O Estado do Rio de Janeiro já propôs ação com o mesmo objetivo, mas havia o temor de que os efeitos da decisão beneficiassem apenas aquele estado. Para evitar tal risco, a nova ADPF tem como objetivo obter uma decisão de âmbito nacional. Dois ministros do STF já se mostraram, em outras oportunidades, favoráveis ao reconhecimento das uniões homoafetivas estáveis. O ministro Marco Aurélio Melo teve texto de sua autoria publicado em jornal expondo posicionamento favorável. Já o ministro Celso Melo recebeu para análise uma Adin (ação direta de inconstitucionalidade) com o mesmo objetivo, que não foi, no entanto, aceita, exclusivamente por motivos processuais. O ministro mostrou-se favorável ao reconhecimento, mas não pode decidir nesse sentido exatamente porque a ação foi proposta pelas vias inadequadas. Porém, além de ter consignado seu posicionamento favorável ao reconhecimento, ele indicou a ferramenta legal para se fazer tal pedido: a ADPF agora utilizada pela Procuradoria Geral da República.A expectativa é grande e acreditamos que o STF decidirá de forma positiva, garantindo ao segmento LGBT direitos que não lhes eram conferidos, apesar de previstos na Constituição Federal. Sem dúvida, o reconhecimento da união estável homoafetiva, trará uma transformação para nossa sociedade. Será o êxito dos homossexuais na busca por um direito que lhes é fundamental para a conquista de tantos outros. É o resultado esperado há anos não só pelos integrantes do segmento como por todos nós, que militamos em nome da igualdade, um dos princípios básicos de nossa Constituição.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

ANGELINA JOLI É A PREFERIDA DAS LÉSBICAS

De acordo com um comunicado divulgado à imprensa inglesa a pesquisa que entrevistou 2.600 lésbicas e bissexuais femininas, confirmou o que todas já sabiam: Angelina Jolie é a Deusa do segmento! A senhora Pitt é campeã disparada de votos, deixando para trás Madonna e a cantora Pink, respectivamente segundo e terceiro lugar na pesquisa informou o site Parada Lésbica.