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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Ativistas de Porto Rico querem Ricky Martin como líder da causa gay


Ricky Martin afirmou em seu twitter, que está se “sentindo muito bem” e “mais forte do que nunca”. E agradeceu o apoio dos fãs diante da declaração feita na última segunda-feira, 29 de março, na qual assumiu publicamente sua homossexualidade.

Membros da comunidade gay de Porto Rico, terra natal de Ricky Martin, comemoraram, especialmente, o novo posicionamento do cantor sobre sua orientação sexual. "Há um setor que o quer como líder da causa", disse Mario Rodríguez, ativista gay de Porto Rico.

Apesar do entusiasmo, Rodríguez pondera que talvez seja cedo para que Martin se junte à militância, já que “acaba de sair do armário”.

Outro ativista LGBT de Porto Rico, Pedro Julio Serrano, declarou que se sente orgulhoso por Ricky anunciar “que é um dos nossos". "Foi um dia glorioso para a comunidade lésbica, gay, bissexual e transgênero de Porto Rico", celebra.

Serrano ressaltou ainda que o fato de uma pessoa tão querida e reconhecida como Martin anunciar que é gay, "dá esperanças a milhares de jovens que estão lutando para aceitar sua orientação sexual ou sua identidade de gênero".

Na carta através da qual assumiu sua homossexualidade, publicada em seu site oficial, o cantor, hoje com 38 anos, relatou que foi a iniciativa de escrever seu livro de memórias que lhe deu a "ferramenta que ajudaria a me libertar de coisas que vinha carregando há muito tempo. Coisas que pesavam demais".

E justificou todos os anos "de armário", entre outras coisas, como um reflexo dos conselhos de muitas pessoas para não se assumir pelo possível prejuízo que isso poderia trazer a sua carreira.

“Hoje ACEITO MINHA HOMOSSEXUALIDADE como um presente que a vida me dá. Sinto-me abençoado de ser quem sou!”, decretou o cantor porto-riquenho.

uol


Leonardo DiCaprio pode viver chefe do FBI supostamente homossexual em filme


O ator Leonardo DiCaprio pode viver no cinema uma das figuras mais influentes da história norte-americana e cuja vida foi rodeada de mistério.

Segundo o site Just Jared, o ator estaria em negociação para protagonizar o papel de John Edgar Hoover, chefe do FBI por 48 anos e responsável pela transformação da entidade, antes vista como corrupta, na famosa organização policial que conhecemos hoje.

A sexualidade de Hoover, no entanto, é um dos aspectos ainda misteriosos de sua vida. Alguns biógrafos, por exemplo, afirmam que ele era homossexual e que também se travestia de mulher esporadicamente.

O roteiro do filme é de Dustin Lance Black, que ganhou o Oscar pelo roteiro de Milk - A Voz da Igualdade. Já a direção de Hoover será assinada por Clint Eastwood.

uol

Preso por ser abertamente gay, Bayard Rustin foi braço direito de Martin Luther King. Veja biografia


Nas décadas de 1950/60, Bayard Rustin foi um dos mais importantes líderes do movimento americano pelos direitos civis, mas como seu nome era raramente mencionado, foi meio ignorado pela mídia. Um gênio nos bastidores que permaneceu distante do espetáculo que se desenrolava aos olhos do mundo. Por que? Homossexualidade assumida e filiação, na juventude, ao Partido Comunista.

Importante liderança na cultura afro-americana e na História do movimento LGBT, foi escolhido pelo Dr. Martin Luther King, seu discípulo, para organizar o boicote aos ônibus segregacionistas na cidade de Montgomery (1963) e a Marcha sobre Washington.

E conseguiu mobilizar as 250 mil pessoas que estiveram na Marcha sobre Washington por Trabalho e Liberdade, em 28 de agosto de 1963, organizada e liderada pelo advogado, pastor, ativista e pacifista Martin Luther King. Este evento foi o ponto alto da carreira política de Bayard Rustin, sempre considerado seu “arquiteto-chefe”.

Foi ali que Luther King fez o discurso com a frase que entraria para a história da oratória americana : “Eu tenho um sonho!” ("I Have a Dream!").

Coerência
Bayard Rustin Taylor nasceu a 17 de março de 1912, em West Chester, Pensilvânia, pequena cidade perto da Filadélfia. Filho de mãe solteira, foi criado pelos avós maternos, que professavam a doutrina Quaker.

Com eles aprendeu que deve haver a igualdade entre todos os seres humanos diante de Deus e, em consequência dessa postura, aparecem juntas a necessidade vital da não-violência e a importância de tratar os semelhantes com amor e respeito,

Rustin fez seus estudos básicos na cidade natal. Ali praticou atletismo e desenvolveu sua bela voz com timbre de tenor. Foi para Nova York em 1937 e matriculou-se no City College, mas nunca terminou o curso superior.

Como tantos jovens desejosos de mudar o mundo, agregou-se à União de Jovens Comunistas do City College que se posicionava no combate à injustiça racial, mas logo se desiludiu porque a União não tomou uma atitude que ele julgava coerente quando da escalada nazista.

Conheceu A. Philip Randolph, chefe da Irmandade Sleeping Car Porters, que era, naquela época, o principal movimento pelos direitos dos afro-americanos. Começou a articular uma marcha em Washington pela defesa da discriminação racial na indústria.(Como vemos, a semente da Marcha de 1963 já estava plantada)

Veio o rompimento com Randolph por divergências e Rustin - continuando seu trabalho pela paz - participou do Fellowship of Reconciliation e, mais tarde, do American Friends Service Committee, do Partido Socialista. Durante a 1ª Guerra mundial, fez parte da Liga dos Resistentes.

Como membro da igreja Quaker, tinha o direito assegurado de fazer um serviço alternativo em lugar de se alistar nas forças armadas, mas quando soube que outros jovens estavam recebendo pesadas penas por não servirem, recusou a saída fácil e aderiu à mesma causa.

Em março de 1944, foi acusado de desertor e, condenado a três anos de reclusão na penitenciária federal em Ashland, Kentucky, constatou que a segregação racial também era praticada em cárceres nos Estados Unidos.

cultura gls

Produtora de pornô gay ganha na Justiça direito de continuar distribuindo filme


Depois de uma batalha judicial que durou três anos, a produtora do pornô gay Lucas Entertainment conseguiu manter o direito de distribuição de seu filme "La Dolce Vita". No início de 2007, a International Media Films, suposta responsável pelo filme homônimo dirigido por Federico Fellini nos anos 1960, entrou com uma ação contra a produtora alegando que o pornô feria os direitos autorais do longa italiano.

A IMF, através de seu presidente Alfredo Leone, pediu indenização e posteriormente solicitou liminar que interrompesse da divulgação do filme dirigido por Michael Lucas. Mas nesta quarta, 31, um juiz da corte de Manhattan concluiu que a IMF não apresentou documentos que comprovassem os direitos sobre o filme.

Com a decisão da Justiça, a Lucas Entertainment pode continuar promovendo e vendendo seu pornô. "Estou orgulhoso que a minha companhia ganhou um caso de tal magnitude. Minha empresa tinha o profissionalismo, a assessoria jurídica de qualidade e os recursos financeiros para enfrentar essa provocação", comemorou Michael Lucas.

cultura gls

Jovens paulistas se articulam para marcha nacional LGBT


A juventude militante paulista está se organizando e vai marcar forte presença no 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia, que será realizado em Brasília, no dia 19 de maio. Durante plenária no último domingo, 28, em Campinas, o Fórum Paulista da Juventude LGBT organizou sua participação e convoca agora mais pessoas que queiram ir participar.

Cerca de 40 jovens reunidos na Escola Jovem LGBT definiram que as seis regiões do Estado de São Paulo devem enviar representantes. Um ônibus deve sair de cada uma delas viajando na noite do dia 18 e retornando no dia 19, após a caminhada. A expectativa é levar pelo menos 300 jovens de São Paulo. “Se tivermos quinhentos jovens conscientes dos seus direitos já será uma vitória!", pontua a drag queen Lohren Beauty, presidente do E-Jovem.

Quem quiser entrar nessa movimentação toda pela cidadania LGBT pode enviar um e-mail para os responsáveis por articular a viagem em cada região: Campinas - everson_beauty@hotmail.com, Itatiba - senna_renato19@hotmail.com, Litoral digo_ro_poetinhasv@hotmail.com, Piracicaba - jovem.epira@gmail.com, São Paulo - esampa.contato@gmail.com, Sorocaba - e_sorocaba@yahoo.com.br.

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Conheça os artistas e produções gays indicadas a prêmio da GLAAD


Nesta quarta, 13, a GLAAD anunciou os indicados ao seu prêmio anual de mídia. A Aliança Gay e Lésbica Contra a Difamação - GLAAD é uma entidade que desde 1990 premia veículos de comunicação e personalidades que promovem a visibilidade LGBT. Em 2010, muitos nomes conhecidos da gente estão entre os indicados.

Lady Gaga, The Gossip e Adam Lambert, por exemplo, disputam o título de artista musical de destaque. Já na categoria de filmes com lançamento mundial estão "A Single Man", dirigido por Tom Ford, e "Taking Woodstock". Já entre as produções com lançamento limitado está "Little Ashes", que mostra a relação entre os artistas Salvador Dali e Garcia Lorca.

Entre os seriados de drama, estão produções que a gente ama: tem "Brothers & Sisters", "Grey´s Anatomy", "Skins" e "True Blood". Os indicados a seriado de comédia são "Glee", "Beautiful People", "Greek", "Modern Family" e "United States of Tara". A gincana "The Amazing Race" e o bafônico "RuPaul´s Drag Race" concorrem na categoria reality show.

Veja a lista completa AQUI.

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Participando de campanha, atriz Anna Paquim revela ser bissexual


Mais uma celebridade internacional decidiu que era hora de assumir. Desta vez foi a atriz Anna Paquim, 27, que atualmente vive uma ótima fase como a sensitiva Sookie Stackhouse no seriado "True Blood", quem revelou ser bissexual.

A fofa está participando de uma campanha gringa chamada "Give a Damn" (algo como "Eu me importo"), na qual famosos dão a cara a tapa para promover a igualdade. "Sou Anna Paquim. Sou bissexual e me importo sobre igualdade. Porque um crime de ódio é cometido a cada hora de cada dia neste país", diz a loira em um vídeo.

Vale lembrar que Anna levou a paixão da telinha para a vida real e está noiva de Stephen Moyer, ator que interpreta o vampirão Bill Compton em "True Blood".

O vídeo, a que você assiste a seguir, conta ainda com participação de Cyndi Lauper, Jason Mraz, Whoopi Goldberg, Cynthia Nixon e Elton John, entre outros.

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