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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

SEGUNDO PESQUISA, HOMOSSEXUAIS PODEM SER DETECTADOS PELO JEITO DE ANDAR


Uma pesquisa conduzida pelas universidades de Nova Iorque e UCLA revela que gays podem ser detectados visualmente pelo tipo de corpo e pela forma que caminham.

A pesquisa, foi feita com 16 voluntários 8 homens, metade heterossexual e a outra homossexual. No trabalho, os voluntários foram convidados a andar em uma esteira rolante por 2 minutos, onde eram filmados informou o site Olhar Masculino Gay.

"Nós sabemos que homens e mulheres têm corpos diferentes e andam de maneira distinta e podemos provar que observadores casuais podem identificar se eles são heterossexuais, gays ou lésbicas, com uma percepção bastante apurada".

Disse o autor do estudo Kerri Johnson, professor-assistente da UCLA. Johnson e seus colegas colocaram em foco na pesquisa os quadris, a cintura e os ombros dos voluntários.

Eles gravaram as imagens do grupo em um sistema de vídeo tridimensional e conseguiram chegar a uma fórmula.

Segundo os pesquisadores, homens gays, diferentemente de heterossexuais, têm o corpo em forma de ampulheta e balançam os quadris.

Para comprovar esta teoria os pesquisadores levaram 112 estudantes a analisar os vídeos, que mostravam os voluntários andando de costas em diversas velocidades. Resultado: os alunos conseguiram definir - sem ver os rostos -, a orientação sexual dos voluntários. Detalhe: os estudantes tiveram 60% de acerto.

fonte abalo

Milhares de pessoas festejam Parada do Orgulho Gay no Rio


Milhares de pessoas lotaram hoje a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para a 14ª Parada do Orgulho Gay, e reivindicar em um ambiente festivo os direitos da comunidade homossexual

Uma forte chuva atrasou a saída da parada e tirou um pouco do brilho da festa, mas não esfriou o entusiasmo dos participantes que mostraram toda sua vitalidade ao som das mais variadas músicas.

Vários trios-elétricos, enfeitados com balões nas cores do arco íris, abriram a passagem para o desfile pela Avenida Atlântica, seguidos por milhares de pessoas da comunidade gay e simpatizantes.

Usando as mais diversas e sugestivas fantasias, desde as tradicionais de anjos e demônios a outras da guarda real britânica ou de Carmen Miranda, todos dançaram alegremente durante a parada, na qual não faltaram também "drag queens".

O desfile deste ano teve como eixo uma campanha contra a homofobia que defende a punição dos responsáveis por agressões a homossexuais.

Além disso, enfatizou programas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, com a distribuição de milhares de preservativos.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, expressou seu apoio à comunidade gay em um breve discurso, no qual assinalou que "os políticos que ignoram os direitos dos homossexuais são políticos do século 19".

A parada também contou com um grupo de aproximadamente 50 jovens que reivindicaram seu direito à homossexualidade sem ser condenados do ponto de vista religioso.

Estes jovens, que pertencem à Igreja Cristã Contemporânea, expressaram seu desejo de ser homossexuais e evangélicos, e exigiram ser tratados sem nenhum tipo de preconceito por sua opção sexual.

fonte uol

Lésbica processa polícia inglesa por discriminação


Jasmine Stewart diz que foi proibida de trabalhar com a namorada e acusa colegas de assédio

Jasmine Stewart está processando a polícia britânica dos transportes alegando que foi discriminada por seus superiores e colegas.

Stewart diz que foi impedida de trabalhar ao lado da namorada, Mhairi Gilchrist, que também integra o corpo de polícia. Ao jornal Daily Telegraph, a policial contou que apenas os casais heterossexuais podiam trabalhar juntos.

Ainda de acordo com Stewart, ela e a namorada viraram alvos de piadas por serem lésbicas e que sofreram com a hostilidade de seus colegas. Benjamin Uduje, representante da força policial, disse que o pedido para que Stewart e Gilchrist trabalhassem juntas foi negado porque elas formavam um casal. Uduje afirmou ainda que a orientação sexual de Stewart nunca foi um problema para os outros policiais.

Uma comissão interna foi formada para investigar o caso.

fonte dykerama

Empresa aposta em joias para o público GLS


Produtos são fabricados com materiais alternativos e serão vendidos no site da marca

Um grupo de designers de São Paulo está lançando no Brasil a grife de joias Mèss, a primeira no país voltada ao público gay e lésbico.

As peças são produzidas em cotas limitadas compostas por metais como alumínio, ouro, titânio e, principalmente, a prata. Materiais alternativos e muito atraentes ajudam a compor os produtos, como alumínio anodizado (uma tendência na Europa e novidade no país), couros e peles diversos, borracha, esmalte, acrílico, madeira e outros. Pedras preciosas também aparecem nas coleções.

A primeira coleção ainda está sendo produzida e será comercializada no site da marca. Para mais informações, siga a Mèss no Twitter ou acesse o blog messjoias.blogspot.com.

fonte dykerama

POLÍTICO ITALIANO RENUNCIA APÓS ESCÂNDALOS COM TRAVESTIS BRASILEIROS


presidente da região italiana do Lácio, Piero Marrazzo, renunciou nesta terça-feira, 27, ao cargo. A iniciativa foi tomada após ter se envolvido em um escândalo sexual com duas travestis brasileiras, em um caso que contou com supostas tentativas de extorsão de quatro policiais italianos, os "carabinieri". Marrazzo é do Partido Democrático (PD), de centro-esquerda, da oposição ao primeiro-ministro Silvio Berlusconi.

Segundo o Estadão os policiais permanecem detidos e as travestis, identificadas como "Brenda" e "Natalie" deram depoimentos à polícia de Roma, capital da região do Lácio. Após o escândalo ter estourado no final de semana passado, Marrazzo se afastou e deixou as responsabilidades do cargo para o vice-presidente da região. Reportagens na imprensa italiana dizem que existe um vídeo que comprova um encontro de Marrazzo com uma travesti em julho.

Quatro policiais foram detidos por, supostamente, tentarem chantagear o político. Eles teriam um vídeo do encontro do político com a transexual num apartamento na via Gradoli, na periferia norte de Roma. Os policias negam a tentativa de extorsão, informa a agência Ansa.

Numa data ainda não esclarecida pela polícia, entre 1º e 4 de julho, Marrazzo teve um encontro com "Natalie" num apartamento na via Gradoli, quando os quatro carabinieri entraram no apartamento. Os policiais teriam ameaçado o presidente da região com a denúncia do caso e no depoimento consta que deixaram o local com 5 mil euros, soma que o político pagaria à transexual pelo encontro.

A mulher de Marrazzo, a jornalista Roberta Serdoz não quis dar declarações. As travestis darão depoimentos e poderão ser acusadas de extorsão, já que não está claro se agiram com os policiais.

fonte abalo

PADRE QUE CASOU TRANSEXUAL É SUSPENSO


O arcebispo de Florença, Itália, monsenhor Giuseppe Betori, suspendeu das funções o padre Alessandro Santorio, que celebrou, domingo, o casamento de Sandra Alvino, 64 anos - um homem que se tornou mulher há mais de 30 anos - com Fortunato Talotta, 58 anos informou a AFP.

Ambos, já casados no civil há 25 anos, não pronunciaram o clássico "sim aceito", após o discurso tradicional. O casal trocou as alianças e foi abençoado pelo padre Santorio em Piagge, zona industrial da capital da Toscana.

fonte abalo

Ao anunciar que havia "afastado" o padre Santoro de sua missão pastoral, o arcebispo convidou o sacerdote "a um período de reflexão e de oração".

O padre ressaltou durante a cerimônia que sua decisão não era um ato de rebelião contra a Igreja, mas "um ato de fidelidade aos fiéis, ao Evangelho e às pessoas que amo".

"Era meu dever", declarou.

Há dois anos esse casamento religioso havia sido impedido pelo arcebispo de Florença da época, o cardeal Ennio Antonelli.

A Igreja afirma que o casamento não é válido, já que o direito canônico exige a heterossexualidade dos noivos.

Sandra Alvino se submeteu a uma cirurgia para mudar de sexo há mais de três décadas.

COMUNIDADE LGBT COBRA DIREITO DE RESPOSTA


Representantes do Grupo Dignidade e da Associação Paranaense da Parada da Diversidade (APPAD) estiveram ontem na Assembleia em busca do apoio dos parlamentares na cobrança por direito de resposta e por uma retratação pública do governador Roberto Requião (PMDB). Na última terça-feira, ao convidar o secretário da Saúde, Gilberto Martin, para anunciar ações para o controle de câncer de mama, Requião afirmou que “a ação do governo não é só em defesa do interesse público, é em defesa da saúde da mulher também. Embora hoje câncer de mama seja uma doença masculina também, né? Deve ser consequência dessas passeatas gay (sic)”.

Segundo o Bem Paraná as palavras do governador tiveram ampla repercussão negativa na imprensa nacional. A comunidade LGBT - lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros – cobra de Requião o direito de resposta na reunião semanal do secretariado da próxima semana. “ele nos ofendeu. Cadê os direitos humanos? Ele mete a boca em todo mundo e agora xingou os gays. Quero saber se algum gay ou lésbica vai votar nele depois dessa. Onde está o espírito de fraternidade dele?”, questiona o travesti Andrielly Vogue, que disputou cadeira na Câmara de Curitiba pelo PT nas eleições do ano passado.

Na Assembleia, o deputado Professor Lemos (PT) também disparou contra a atitude do governador. “Uma frase muito infeliz que chegou ao Brasil inteiro. Estamos organizando seminários de combate a homofobia e essa declaração, vinda de uma autoridade como o governador do Paraná, só estimula o crime de ódio. Não combina em nada com a defesa da vida”.

O petista citou que, desde o começo do ano, 19 homossexuais já foram assassinados no Paraná. “Só no ano passado, 190 pessoas foram assassinadas no Brasil por não serem heterossexuais. Não podemos discriminar as pessoas só porque elas têm orientação sexual diferente da do governador”, comentou o deputado.

Lemos lembrou ainda que, último dia 22 de setembro, Requião chegou a ser repreendido pelo próprio secretário de Saúde, por perguntar durante a ‘escolinha’ se haveria toque retal gratuito na Semana da Saúde do Homem de Curitiba. Martin arrancou aplausos da plateia ao usar o microfone para dizer que o comentário não colaborava para conscientizar os homens da importância do exame. “Câncer de mama não tem nada a ver com passeata. Não se pode afastar as pessoas de tratamentos médicos com brincadeiras desse tipo”, completou o deputado.

fonte abalo