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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Moscou tenta impedir parada gay a todo o custo


Prefeito da cidade já havia chamado o evento de “satânico”; ele conta com o apoio da igreja

As autoridades de Moscou disseram que lidarão firmemente com qualquer tentativa de realização de eventos do Orgulho Gay na cidade este mês.Segundo o site Pink News, o assessor da Prefeitura, Leonid Krutakov, disse que “não houve nenhum pedido de permissão para a realização de paradas gays durante as feriados de maio e que qualquer tentativa de realizar qualquer evento do tipo será definitivamente impedida pelas autoridades”.Aos ativistas de Moscou foram negados os pedidos de realização da parada do Orgulho Gay desde maio de 2006. Na ocasião, 120 pessoas foram presas enquanto tentavam realizar o primeiro evento da capital da Rússia em prol dos direitos dos homossexuais.A Prefeitura acredita que tal evento “colocaria em perigo a ordem pública e causaria reação negativa na maioria da população”. O prefeito de Moscou Yury Luzhkov já havia chamado a parada de “satânica” e tem o apoio da Igreja Ortodoxa Russa e de grupos de extrema direita.

Facebook volta atrás e aprova anúncio lésbico


Site pede desculpas por "incoveniência" e garante exibição de cartaz de filme


A batalha para ganhar a aprovação do anúncio do filme And Then Came Lola terminou em vitória para todas as envolvidas no projeto do filme.Em e-mail para as produtoras do filme, Facebook se retratou e pediu desculpas: “Obrigado por nos contatar a respeito do assunto. O seu anúncio foi reconsiderado e aprovado. Nós pedimos desculpas por qualquer inconveniência”.Aos fãs de And Then Came Lola no Facebook foi enviada uma mensagem que dizia: “Fast Girl Films (e toda a gang da “Lola”) quer dar um grande obrigado a todas vocês que ajudaram a mostrar ao Facebook quem NÓS somos e que NÓS importamos. Isso só mostra o que acontece quando a comunidade se reúne. Agora, voltemos às coisas divertidas... o filme e dividi-lo com todas vocês!”

Santos: Curso capacita novas lideranças lésbicas

Curso, que será realizado em maio, abre inscrições para moradoras da Baixada Santista

O LOBAS – Lésbicas Organizadas da Baixada Santista, com apoio do CTA -Prevenção/Santos, Fórum Paulista LGBT e financiamento do ELLAS – Fundo de Investimento Social, abriu vagas para o Curso Regional de Formação para Novas Lideranças Lésbicas, que acontece em Santos nos dias 27, 28 e 29 de maio. O curso é dirigido a mulheres lésbicas, bissexuais e transgêneros, que de alguma forma estejam iniciando suas atividades em direitos humanos para a população LGBT, com recorte específico para mulheres homoafetivas. As inscrições estão abertas para 2 participantes das seguintes cidades: Santos, São Vicente, Guarujá, Praia Grande e Bertioga. As participantes serão contempladas, durante três dias, com passagens de ida e volta, alimentação e material didático.A entidade abriu inscrições também para 10 observadoras, que serão contempladas somente com alimentação. Para mais informações ou obter a ficha de inscrição, entre em contato com o LOBAS pelo e-mail lobas-les@hotmail.com ou pelo telefone (13) 3323-7812 até dia 18 de maio.

ACUSADOS DE MATAR ATLETA LÉSBICAS SÃO JULGADOS

Três homens acusados de violar e assassinar uma jogadora de futebol da Selecção Sul-africana, foram a julgamento ontem informou o PortugalGay.pt.Enquanto no mês de Fevereiro um homem se entregou como sendo um dos indivíduos que tinha participado neste ato violento, outros três negam até hoje o seu envolvimento.Eudy era uma atleta muito conhecida na África do Sul não só pelas suas qualidades desportivas, mas também por ser lésbica.Ativistas pelos direitos humanos e GLBT, reuniram-se frente ao tribunal, como forma de protesto por mais um ato de violência que terminou em morte, mais uma vez. E afirmam no seu protesto que Eudy Simelane foi vítima da sua orientação sexual.A Associação Triangle diz que apenas dois casos de violação chegaram aos tribunais e apenas um o agressor foi condenado.A África do Sul tem um dos números mais elevados de violações de pessoas lésbicas, sendo este ato conhecido pelo nome de “violação correcional” pois entende-se que estes atos tem como objetivo punir e ou corrigir a orientação sexual das vitimas.Um estudo da BBC diz que um em cada quatro homens admite já ter violentado uma mulher para ter sexo.A homofobia feminina (lésbofobia) na África do Sul é um dos problemas que preocupa as diferentes ONGs dos direitos humanos, desde 1998 até hoje cerca de 31 mulheres lésbicas foram violadas e assassinadas.

UM LUGAR PARA BEIJAR

A Secretaria Municipal de Saúde da cidade de São Paulo, na pessoa da coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids, Maria Cristina Abbate e seus assessores tiveram a idéia de criar um documentário que abordasse a questão da afetividade e o jeito de demonstrá-la, bem como o os locais freqüentados pelos HSHs (Homens que fazem Sexo com Homens) na periferia de São Paulo. A repórter Neide Duarte e o Diretor de Fotografia Cauê Angeli toparam o desafio e passaram quase um ano pelos locais mais distantes da cidade como o Parque do Carmo, proximidades do Metrô Itaquera, Avenida Sapopemba, São Mateus (extremo leste da cidade), Avenida Indianópolis (zona Sul) e região central. O resultado foi um documentário poético, emocionante e com muitas doses de irreverência e bom humor por parte dos entrevistados, como Zé Ivaldo, um agente de prevenção da Zona Leste que faz seu trabalho no Cemitério de Vila Formosa. Suas histórias levaram o público as gargalhadas. O transformista Zelmi Lima da Silva, que é garçom e se traveste de Taís para fazer programas e ainda é agente de prevenção, ele emocionou ao falar sobre o preconceito, que todos da sociedade sofrem, “seja negro, gay, pobre, rico”.

Homofobia

HISTÓRICO
Entre 1948 e 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a homossexualidade como um transtorno mental. Em 17 de maio de 1990, a assembléia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (Homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças, declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”. A nova classificação entrou em vigor entre os países-membro das Nações Unidas em 1993. Com isso, marcou-se o fim de um ciclo de 2000 anos em que a cultura judaico-cristã encarou a homossexualidade, primeiro como pecado, depois como crime e, por último, como doença. Apesar deste reconhecimento da homossexualidade como mais uma manifestação da diversidade sexual, os gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) ainda sofrem cotidianamente as conseqüências da homofobia, que pode ser definida como o medo, a aversão, ou o ódio irracional aos homossexuais: pessoas que têm atração afetiva e sexual para pessoas do mesmo sexo.A homofobia se manifesta de diversas maneiras, e em sua forma mais grave resulta em ações de violência verbal e física, podendo levar até o assassinato de LGBT. Nestes casos, a fobia, essa sim, é uma doença, que pode até ser involuntária e impossível de controlar, em reação à atração, consciente ou inconsciente, por uma pessoa do mesmo sexo. Ao matar a pessoa LGBT, a pessoa que tem essa fobia procura “matar” a sua própria homossexualidade. A homofobia também é responsável pelo preconceito e pela discriminação a LGBT, por exemplo: no local de trabalho, na escola, na igreja, na rua, no posto de saúde e na falta de políticas públicas afirmativas que contemplem LGBT. Infelizmente, também, os valores homofóbicos presentes em nossa cultura podem resultar em um fenômeno chamado homofobia internalizada, através da qual os próprios LGBT podem não gostar de si pelo fato de serem homossexuais, devido a toda a carga negativa que aprenderam e assimilaram a respeito.Para tanto, além de relembrar que a homossexualidade não é doença, tem uma característica de protesto e de denúncia. No mundo inteiro, há um número crescente de atividades sendo realizadas.

QUEEN OF THE NIGHT

Pois é, a Rainha da Noite, Silvetty Montilla, comemorou mais um aniversário em grande estilo como é seu habitué. Pelo segundo ano a casa escolhida para a festa foi a boate Cantho (SP). Silvetty sempre convida uma amiga para apresentar os shows e esse ano a escolhida foi a maravilhosa Kaká Alves, que atualmente está na TV Bandeirantes com a Escolhinha do Barulho, fazendo o nordestino valentão Amado Severo. O show foi recheado de talentosos amigos da apresentadora. Passaram pelo palco Danny Colt, Shanaia, Rosa do Quênia, Alexia Twister, Layla Ken, Laura Crazy, Ikaro, Laisa Bombom, Tayra Bencks e soltando a voz ao vivo a mulheríssima Alexia Marie.Após os shows e o parabéns os convidados e amigos de Silvetty se deliciaram com um fabuloso bolo gelado, um verdadeiro manjar dos deuses. La Montilla prova a cada dia que é a mais querida de todas as personalidades da noite LGBT